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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Famílias ricas que perderam tudo



Vanderbilt

Com 100 dólares emprestado em 1810, Cornelius "Commodore" Vanderbilt chegou a acumular um patrimônio de  US $ 100 milhões, de acordo com a Forbes. Mas seis gerações depois, as empresas que fundou não estão mais com a família. O âncora da CNN, Anderson Cooper, um descendente de sexta geração, disse recentemente no programa de rádio de Howard Stern que o que resta é um legado da filantropia, incluindo a Universidade de Vanderbilt.

Hartford

Huntington Hartford, herdeiro do A & P rede de supermercados, perdeu seus milhões por meio de empresas fracassadas e um estilo de vida de playboy. À medida que o neto do fundador da Grande Atlantic & Pacific Tea Co., Hartford recebia uma renda de US $ 1,5 milhão por ano, de acordo com o The New York Times. Em 1940, os Hartfords foram classificadas entre as famílias mais ricas do país pela Securities and Exchange Commission. Depois da falência as coisas mudaram para Hartford  que se mudou para as Bahamas em 2004, onde viveu até sua morte aos 97 anos.

Kluge

Depois de nove anos de casamento, Patricia Kluge divorciou-se do marido John Kluge, fundador da Metromedia, e recebeu uma propriedade de 200 acres e US $ 1 milhão por ano em um acordo de divórcio, de acordo com a Forbes. Cerca de 20 anos depois, em 2011, ela foi à falência, por investir todo o seu dinheiro em um vinhedo que ela tinha comprado perto de sua casa. Ficou com muita dívida  para expandir e, posteriormente, sofreu com a crise imobiliária. O magnata imobiliário Donald Trump comprou o vinhedo por US $ 6,2 milhões, de acordo com a Fox News.

Stroh

O fundador da empresa Bernhard Stroh chegou aos EUA da Alemanha, em 1850, com US $ 150 e uma receita de família para fazer cerveja. Seus filhos expandiram o império.  Nos anos 80, os Strohs controlavam  a empresa cervejeira, terceira maior do país, de acordo com a Forbes, que avaliava a fortuna da família em torno de US $ 700 milhões. Hoje, cinco gerações depois,  a empresa sumiu do mapa, vítima de uma sobrecarga de dívida, forte concorrência e oportunidades perdidas.

Pulitzer

Neto do magnata Joseph Pulitzer, Peter Pulitzer teve de ser socorrido financeiramente pelo marido de sua ex-esposa. De acordo com a Forbes, os 800 acres do laranjal da Florida, de propriedade de Peter e de seus filhos gêmeos, corria risco de falência, após um surto de cancro cítrico. Tim Boberg, marido de Roxanne Pulitzer, passou a deter uma hipoteca $ 220.000 na propriedade; garantiu outra hipoteca de US $ 1,3 milhões e estendeu uma linha de crédito de US $ 400.000. Em 1.982, depois do divórcio, Peter Pulitzer tinha um patrimônio estimado de US $ 25 milhões.

O homem mais endividado do Brasil

Mapa dos homens mais ricos do Brasil

Bilionários desconhecidos



domingo, 23 de setembro de 2012

Chefe de polícia paraguaio recusa-se a obedecer ordem de desapropriação



Um Chefe da polícia paraguaia recusou-se a obedecer uma ordem de despejo de famílias indígenas, em uma fazenda particular, argumentando que "eles são nossos irmãos".

A atuação do comissário de polícia de Alto Paraná, Serafin Nunes,  ocorreu depois que mais de 150 ocupantes dessas terras mostrarem-se dispostos a resistir a qualquer tentativa de retirá-los do local.

Uma empresa privada alegou ser dona da fazenda e solicitou a desapropriação, entretanto, Nunez disse que vidas humanas não poderiam ser recuperadas: "Eles são nossos irmãos indígenas e são protegidos por lei internacional".

Comentário: É notável como o socialismo tem ganhado força no hemisfério sul americano, até o Paraguai que foi vítima de um golpe, recentemente, está de volta com movimentos de resistência.

Antes de dar um golpe de estado, normalmente as forças políticas solicitam apoio internacional e, assim, começa uma disputa dentro e fora de um país. Pior para o povo que está sempre alheio ao que se passa nos bastidores e dos interesses locais.

Agora foi a vez da Argentina se mobilizar em busca de investidores estrangeiros, optando pelos socialistas que apavoram os capitalistas mas que parecem ter mais dinheiro em caixa.

Todos nós sabemos que o socialismo não é igual em todo o mundo, sabemos também que nos poucos casos em que o socialismo deu certo, BRICS, os resultados não foram assim tão satisfatórios.

... entretanto, quem foi que disse que devemos seguir um sistema?

Fonte: RT-TV

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Famílias reais



Houve um tempo em que a realeza era um exemplo para os plebeus. Não era tão hipócrita quanto a burguesia de hoje e demonstrava que o poder estava em boas mãos.

Esse tempo passou, o poder se dividiu e a sociedade está muito mais diversificada.

Fica claro que não há mais lugar para a realeza, que já não tem poder político e nem o poder dos grandes bancos. Se antes a realeza era o símbolo da família perfeita, hoje, vive envolvida em teoria de conspiração e outros escândalos bem menos menos importantes.

Só para citar a família real mais famosa, a inglesa, cujo príncipe Harry, de rebelde, parece acreditar na teoria de conspiração.

Perdeu a mãe ainda cedo e está sempre expondo a família real em situações constrangedoras.

Já foi visto vestido de nazista, foi para a guerra escondido da família e, recentemente, foi visto completamente nu em uma festa.

Isso tudo deixa um questionamento: Será que é só a realeza entrou em decadência, ou são os papparazzi que exageram na invasão de privacidade?

A família inglesa não é a única família real aparentemente decadente, a família real de Mônaco é outra que gosta de ajitos e festas.

Desde que o patrono da família real, Rainier, casou-se com a cobiçada atriz de Hollywood, Grace Kelly, a família real nunca mais saiu da boca do povo. Grace Kelly também morreu jovem, mas a família não se tornou tão ranzinza, muito pelo contrário, as princesas sempre eram flagradas em situações inesperadas.

Os filhos nunca tiveram o talento da mãe para as artes e nem o estilo do pai para a realeza, mas não dá para negar que eles gostam de se divertir e de aparecer na imprensa.

A atriz Kristen Stewart é uma celebridade que está no topo, entre os atores e atrizes de Hollywood mais famosos e se envolveu com seu parceiro de cena, Robert Pattinson. Para satisfazer o sonho dos fãs, resolveram criar um relacionamento forçado que insiste em não dar certo, pior, que pode acabar em tragédia.

Angelina Jolie e Brad Pitt formam um casal que se uniu quando estavam, ou ainda estão, no topo das pessoas mais belas, ricas e famosas do mundo e, apesar de algumas fofocas, sobreviveram, pelo menos até agora. Outro casal que ainda não aprontou feio, foi Justin Bieber e Selena Gomez - eu acho que eles ainda não estão na idade rs.

A dupla sertaneja Gian e Giovani fez sucesso um dia, nesse dia atraíram mulheres bonitas e perigosas. Hoje, não conseguem sequer pagar a pensão dos filhos, que é de dez mil reais. A dupla sai de um escândalo e entra noutro, sempre correndo o risco de ir para a cadeia - Não seria melhor pedir a guarda dos filhos, caras pálidas?

O mundo de aparências tem proporcionado a formação de vários casais e estamos de fato numa nova era de casamentos arranjados, onde as famílias reais são eleitas pelos admiradores de seus talentos e se alimentam de dramas e tragédias para esquecerem de suas vidas sem sentido reais.

Os novos gladiadores participam de grandes batalhas de estilos variados, disfarçados de realities shows. O prêmio para os vencedores será estar bem mais próximo das famílias reais e não faltará oportunidade para que a realeza participe, mesmo que discretamente, dessas realidades aparentes.

By Jânio

Aparências Reais

A morte da princesa

Decadência da família brasileira

Casos policiais mais polêmicos

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Famílias abandonadas




Hoje, eu vi uma notícia muito interessante, relacionada ao futuro de delinquentes com menos de doze anos. Está se tornando cada vez mais comum, uma criança de dez anos roubar ou destruir propriedades privadas.

Quanto às medidas a serem tomadas, cada pessoa tem uma opinião:

Num país de disciplina rígida, como a Inglaterra, uma criança de dez anos poderia ser condenada a pena de morte, mas, depois da última polêmica, a pena de morte foi transformada em prisão perpétua.

Antes que se chegue a esse ponto, há um processo longo em internatos, abrigos para menores deliquentes ou cadeias juvenis. Casos de crianças delinquentes são raros em países desenvolvidos.

Famílias desestruturadas, como está ocorrendo no Brasil, resultam em menores abandonados ou malcriados, delinquentes juvenis. Um problema que deixa dúvidas é o que fazer com eles.

O Brasil tem duas faces, de um lado o cartão postal das grandes regiões metropolitanas, impulsionado pela classe média alta e pelo funcionalismo público de alto escalão, que detem o poder em suas mãos, do outro lado estão os favelados, pobres e classe média baixa, tentando sobreviver.

O lado mais pobre procura deixar seus filhos em creches, para que a família toda possa trabalhar. O problema é que nem todas as crianças podem ficar em creches ou escolas e, nesse caso, a sorte é lançada.

Se com uma família decente já há o risco de uma criança sair do bom caminho, imaginem uma criança sem família.

Enquanto essas crianças estão nos morros, em comunidades das favelas, não incomodam as autoridades, o problema é quando esses problemas descem dos morros.

Normalmente as crianças delinquentes, com mais de doze anos, ficam em instituições como a FEBEM, Fundação Estadual para o Bem Estar do Menor, mas como o problema está aumentando, querem mudar a lei. Prender uma criança com menos de dez anos, seria muito bom para a alta sociedade brasileira, mais uma lei imperialista para satisfazer os ricos.

Pagar um salário mínimo para uma mãe solteira, seria um escândalo. O que ninguém imagina são as consequências na mente de uma criança, dentro de uma prisão.

Por muito menos, sociopatas como Wellington Menezes e Andrew Breivik causaram chacinas, eternizando seus nomes nas enciclopédias e livros de Direito, Sociologia, Teologia, Psicologia e outros. Essa é a glória dos desgraçados.

By Jânio

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Seguro de morte


O crime no Brasil está cada vez mais organizado, enquanto a polícia está cada vez mais desorganizada. Isso ocorre porque, ao contrário do que as pessoas possam pensar, os criminosos trabalham muito mais que a polícia, ganham muito mais e são incentivados a continuar se desenvolvendo.

Há várias modalidades de crimes no Brasil: Crimes menores ou maiores, crimes de trombadinhas, assaltos simples, assaltos complexos, estelionato, corrupção, cracker, roubo de carga, contrabando, máfias de combustíveis, fiscais, tráfico, roubo de carro, lavagem de dinheiro, consultorias, mensalões, financiamentos públicos, tráfico de influencias, licitações e construtora, caixa dois, etc.

Os arrastões em mercados americanos, lembram muito os arrastões brasileiros, mas as badernas de primeiro mundo são bem mais sofisticadas, como foi o caso dos protestos em londres.

O terrorista Norueguês parecia querer dizer o quanto um único homem pode destruir e matar, felizmente, para a Noruega, não há tantos malucos como ele soltos pelas ruas.

A criatividade brasileira no crime é notável, isso pode ser comprovado nos sequestros relâmpagos. Enquanto um Senador anda com quatro ou cinco seguranças armados, uma pessoa comum fica desprotegida, trabalhando para sustentar os bandidos.

Quase todo dia há notícias de sequestros relâmpagos, onde os bandidos sequestram um pobre filho de Deus, enquanto tentam extorquir dinheiro de seu cartão. Alguns são presos, quando o cartão acusa a origem, endereço do pagamento, mas eles não desistem.

As vítimas sempre correm risco de morte, afinal, estando em mãos de criminosos que sabem que o corpo é uma prova de acusação importante, parece lógico que queiram se livrar de suas vítimas.

O cartão de crédito também está sendo aceito para o pagamento de drogas, aliás, essa forma de pagamento é a forma mais segura, e eles chegaram a conclusão de que não poderiam ser excluídos desse conforto.

...mas nenhuma forma de crime assusta mais que o seguro contra o próprio crime, estava na cara que isso não ia dar certo. É isso mesmo, fazer um seguro tornou-se uma forma arriscada de perder a vida, pior, esse risco não é previsto no seguro.

A decadência da classe média e da família, sempre foi acompanhada de um ponto de equilíbrio, representado pela educação e pela religião, mas esse ponto de equilíbrio vem sendo eliminado pelo poder da TV. Não são os costumes anarquistas que representam o maior perigo para a sociedade, esses apenas confrontam a sua organização, o maior perigo vem de dentro para a fora e pode explodir tudo em menos tempo do que poderíamos imaginar.

Crimes em famílias desestruturadas e carentes são muito comuns, mas crimes em famílias de classe média alta não, e isso está se tornando cada vez mais frequente.

Famílias da alta sociedadede tem os melhores seguros, e eles se sentiam confortáveis até agora, mas a sua segurança está se transformando em terror, quando seus filhos decidem que não devem esperar a vida toda pela herança.

Enquanto Bill Gates convence os homens mais ricos do mundo a doar suas fortunas para sua fundação, depois de mortos, o que poderá criar a maior concentração de capitais da história da humanidade, aqui no Brasil, os filhos preferem abreviar o tempo de vida dos pais, pior, tem pai pensando em abreviar o tempo de vida do filho também.

As funerárias de minha cidade foram muito criativas em vender caixões, como as vendas estavam fracas, agregaram outros benefícios ao seguro de morte. Junto aos caixões, passaram a vender planos de saúde, assim, os clientes podem optar pelo tipo de atendimento que mais desejarem, na vida ou na morte.

Eu andei pensando sobre essas estratégias e bolei até uma campanha: "Compre já o seu caixão, em nossa promoção especial do dia, você compra três e só leva dois, demonstrando o seu amor pela sua família."

By Jânio