quinta-feira, 8 de maio de 2014

A múmia mais antiga do mundo




Arqueólogos encontraram no Egito uma múmia de 5.600 anos do período pré-dinástico. É um dos achados mais antigos e poderia levar a uma revisão do início da história da civilização.

A descoberta ocorreu na região de Kom al Ahmar, perto Nejen (Hierakonpolis), a capital histórica do Alto Egito, de acordo com o jornal eletrônico Ahram'.

Originalmente os arqueólogos pensavam que a tumba que estavam escavando havia sido construída na época de Narmer, o primeiro faraó do antigo Egito, fundador da primeira dinastia, no ano 3050 AC. No entanto, as investigações revelaram que era 500 anos mais antiga, de acordo com a agência de notícias AFP.

A múmia pertence ao dono do túmulo, que morreu com cerca de 18 anos de idade e, talvez, fosse governador, de acordo com o Departamento de Antiguidades do Egito, citado pelo jornal 'Ahram'. Além disso os arqueólogos encontraram uma figura de marfim que descreve um homem barbudo, que poderia ser o falecido ou alguma divindade. Eles também descobriram dez escovas de marfim, várias ferramentas, pontas de flechas e facas.

"É uma descoberta muito importante",  disse o jornal ao ministro de Antiguidades, Mohamed Ibrahim, uma vez que pode fornecer informações valiosas sobre a história e as tradições egípcias,  crenças religiosas e rituais funerários do período pré-dinástico.

Imagem: AFP

Fonte: RT-TV

A escrita cuneiforme

Hieroglifos - A primeira forma de escrita

A cidade perdida de Atlântida

A tragédia de Pompéia

Homero ou Troia - Quem é a lenda


Cinema 2.014 - Lucy



Lucy é um filme de super-herói de 2014, produzido em Inglês e Francês. O filme é dirigido, escrito, editado e co-produzido por Luc Besson. O filme será lançado em 8 de agosto de 2014.  O filme foi feito em Taipei, Paris e Nova York. É estrelado por Scarlett Johansson como a personagem-título, juntamente com Morgan Freeman.

Premissa:

Lucy é um filme ambientado no mundo controlado pela máfia, gangues de rua, viciados em drogas e policiais corruptos. Lucy (Scarlett Johansson), é uma mulher que vive em Taipei, Taiwan, e é obrigada a trabalhar como "mula" de drogas para a máfia. A droga implantada em seu corpo vaza, transformando-a em um super-humano. Ela pode absorver conhecimento instantaneamente, também é capaz de mover objetos com a mente, e não pode sentir  dor e outras sensações.

Elenco:

Scarlett Johansson como Lucy

Morgan Freeman como o professor Norman

Choi Min-sik como Kang

Amr Waked, interpretando um policial francês que persegue a personagem-título

Pilou Asbaek

Mason Lee

Produção:

As filmagens começaram em setembro de 2013, em Paris, em sua maior parte na Cité du Cinéma, um novo mega estúdio localizado na periferia de Paris.

De acordo com a Europacorp CEO Christophe Lambert, este filme teve o maior orçamento da história da EuropaCorp. Ele também afirmou que Luc Besson nunca tinha colocado tantos efeitos especiais em um filme.

Em 5 de setembro, as cenas foram filmadas nas falésias de Etretat, no norte da França.

As filmagens em Taipei, Taiwan, começaram em 21 de outubro e duraram 11 dias. Uma das locações para as filmagens foi o Taipei 101, arranha-céu mais alto do mundo.

Em 23 de outubro, o The Hollywood Reporter afirmou que Luc Besson ficara furioso com todo o assédio da mídia que as filmagens estavam recebendo naquele dia. Circularam boatos de que Besson estava tão frustrado com as interrupções constantes, que ele estava considerando a hipótese de deixar Taipei para filmar em outro lugar. Para os repórteres reunidos em Taipei, um dia depois do término das filmagens da etapa de Taiwan no filme, Besson criticou a mídia. "Nós não queremos imagens com os novos vestidos de Scarlett", disse ele. "Em algum momento eu perdi um pouco da minha concentração, porque eu estava preocupado com isso". "Filmar à noite foi um pesadelo" por causa de invasões constantes de paparazzi, disse ele. Besson denunciou duas agências não identificadas de Hong Kong, mas rotulou como notícia incorreta, aquela que relata que ele queria deixar Taiwan mais cedo para registrar sua desaprovação com o assédio deles.

Fonte: Wikipedia

Cinema 2.014

 Get on up

 Blended

Jersey boys

The signal

Transformers - A era da extinção

Million dollar arm

The amazing spider man

Walk of shame

The love punch

Brick mansions

Cinema 2.014 - Noé

Perfect sisters

In the blood

Earth to echo

A long way down

Better living through chemistry

Sabotage

Bad country

Bad Words

Inatividade Paranormal 

Divergente

Invertigo

Endless love

Welcome to Yesterday

After the Dark - Depois do Apocalipse

A arte do roubo

The legend of Hercules

Mindscape - Filmes 2.014

Capitão América - Soldado Invernal

Stallone - Ajuste de contas

Maze runner - Correr ou morrer

Need for speed

Refém da paixão

O sétimo filho

Os mercenários 3

A menina que roubava livros

Map to the Stars

Before I Go to Sleep

Planeta dos macacos 2.014

300 - Rise of an Empire

X-men - Dias de um futuro esquecido

Robocop 2.014

Mad Max 4

Sin City 2 - Dame to Kill For

Avatar 2 - Notícias

Capitão América - Soldado Invernal

Interstellar - Curiosidades do filme

Enemies closer

Pompéia

Vampires Academy - Irmãs de sangue

3 Days to Kill

Nom Stop - Sem escalas

Under the skin

Cinema 2.014 - Oculus


terça-feira, 6 de maio de 2014

A mulher errada e o homem certo



O coronel reformado Paulo Malhães não é o primeiro militar supostamente ligado ao desaparecimento do ex-deputado Rubens Paiva a ser executado. Na noite de 1º novembro de 2012, o coronel da reserva Julio Miguel Molina Dias, de 78 anos, que foi chefe do Departamento de Operações de Informação do Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) no Rio, foi assassinado com seis tiros quando chegava de carro a sua casa, no bairro Chácara das Pedras, em Porto Alegre, numa aparente tentativa de roubar um arsenal de armas que o militar colecionava em sua residência.

Texto completo: Último segundo

Comentário: Paulo malhães foi intimado a depor na comissão da verdade e confessou ter torturado o ex-deputado Rubens Paiva, voltou atrás, mas já era tarde. Sua mulher que também está com medo de ser morta, disse que o marido confessou ter jogado o corpo no rio. Lembrando que o governo militar que deu o golpe, em caráter provisório, em 64, tornou-se político de extrema direita e ficou durante vinte e um anos no poder.

É estranho como funciona o poder no Brasil, quando a mentira finalmente torna-se verdade, morre. É como se o sistema estivesse brincando com a esquerda política, usando esses políticos em seu jogo bipartidário.

Enquanto os escândalos estão afetando a esquerda, políticos renunciam ou são presos, mas a investigação envolve muita gente, como ocorreu no mensalão e agora na operação lava-jato e Petrobrás. Quando os escândalos envolvem políticos de direita, pessoas começam a morrer, a não ser que fiquem com a boca fechada.

PC Farias pagou caro pelo comentário irônico "vocês são todos hipócritas", sugerindo que todos haviam sido comprados, apesar de fingirem que não. O partido DEM enviou muitos políticos para a aposentadoria, como Arruda e Demóstenes Torres, mas, em todos esses casos, estávamos falando em direita política e não em extrema direita. O caso dos crimes durante o governo militar envolvem a extrema direita política e pode tornar essa briga pior que no tempo em que os comunistas c***** criancinhas na década de sessenta.



Foi uma mentira a causa do linchamento de uma mãe de família, confundida com uma suposta criminosa. Fabiane Maria de Jesus, 31 anos, foi acusada de sequestrar crianças para atividades de magia negra. Fabiane carregava uma Bíblia com a foto dos filhos no momento em que foi atacada pelos "justiceiros".

Fabiane já é a vigésima vítima de linchadores em 2.014, e não chegamos nem na metade do ano.

É por isso que a pena de morte não pode ser aprovada em países sub-desenvolvidos como o Brasil. Nem em países desenvolvidos funciona, e o pior é que as pessoas não estão acreditando na justiça mais, e é por isso que os deputados e senadores estão recebendo verbas para contratar quatro seguranças para se defenderem de seus eleitores sedentos por justiça.

By Jânio

Lista dos envolvidos na máfia do asfalto

Demóstenes Torres é cassado pelo Senado

Durval Barbosa - O arquivo vivo

Marcos Valério é preso novamente

Eu não acredito em teoria da corrupção

segunda-feira, 5 de maio de 2014

Super-produções de Hollywood rejeitadas pela NASA




A Aeronautics and Space Administration National (NASA) divulgou a lista dos sete mais absurdos filmes de sci-fi, segundo as teorias científicas, informou o The Sunday Times.

O topo da lista é ocupado pelo filme de catástrofes, '2012' (de 2009), de Roland Emmerich. O filme narra  a ocorrência das previsões do calendário maia, que anunciou o fim do mundo para 2012. A destruição do planeta e as tentativas dos cientistas em salvar a Terra, apresentado no filme, usando os efeitos especiais mais avançados da atualidade. Parecia muito absurdo para os especialistas da NASA.

O segundo lugar foi para o filme "O Núcleo - The Core" (2003). A história sobre uma equipe que viaja ao centro da Terra para iniciar uma série de explosões nucleares para restabelecer a rotação do núcleo da Terra. Também não tem nada a ver com qualquer teoria científica.

O terceiro é o blockbuster 'Armageddon' (1998), estrelado por Bruce Willis e Ben Affleck. O filme é sobre um grupo de perfuradores de plataformas de petróleo enviado pela NASA para um enorme asteroide que ameaça a Terra, perfurar a sua superfície e destruir o asteroide com uma bomba. Vale ressaltar que os autores do filme haviam anteriormente consultado especialistas da NASA, mas logo seus conselhos deixaram de satisfazer aos cineastas que concluíram o projeto sem a participação dos especialistas.

Outros filmes da lista são 'Volcano' (1997) sobre a destruição de Los Angeles pela erupção de um vulcão; e "Chain Reaction" (1996), sobre a invenção de uma tecnologia para salvar a Terra da crise ecológica. Além disso, a lista inclui os filmes "O Sexto Dia" (2000) sobre os problemas da clonagem, e 'What the #$ *! Do We (K)now?' que narra as aventuras de um fotógrafo no mundo da física quântica.

Ao mesmo tempo, a Nasa destacou alguns filmes em que várias teorias científicas se apresentam sem erros graves e estão próximos da realidade. Tais filmes incluem o clássico filme futurista "Metropolis" (1927), o blockbuster de Steven Spielberg 'Jurassic Park' (1993) e "Gattaca" (1997) sobre o controle genético do futuro.

Fonte: RT-TV

Tecnologias em risco de extinção

Nova internet preocupa FBI

Física quântica vai revolucionar a internet

Cinco teorias de viagem no tempo possíveis

Palinopsica transforma o cérebro em matrix


sexta-feira, 2 de maio de 2014

Cinema 2.014 - Blended




Blended é uma comédia americana de 2014. O filme é dirigido por Frank Coraci e escrito por Ivan Menchell e Clare Sera. O filme é estrelado por Adam Sandler, Drew Barrymore, Terry Crews, Joel McHale e Wendi McLendon-Covey. Estava previsto para ser lançado em 23 de maio de 2014.

É a terceira parceria romântica em comédia entre Sandler e Barrymore, seguindo The Wedding Singer e 50 First Dates. Coraci também já dirigiu Sandler e Barrymore em The Wedding Singer.

Sinopse:

Depois de um frustrado encontro às cegas, um homem e uma mulher encontram-se presos em um resort para famílias, onde a atração cresce à medida que os respectivos filhos beneficiam-se da relação.

Elenco:

Adam Sandler como Jim Friedman

Drew Barrymore como Lauren Reynolds

Bella Thorne como Hillary (Larry) Friedman

Emma Fuhrmann como Espn Friedman

Alyvia Alyn Lind como Lou Friedman

Shaquille O'Neal

Terry Crews

Joel McHale

Wendi McLendon-Covey

Kevin Nealon

Susan Yeagley

Dan Patrick

Produção:

Wendi McLendon-Covey também se juntou ao elenco do filme em 31 de julho, ela vai interpretar o papel de melhor amiga de Barrymore, que não tem filhos. Chelsea Handler havia sido escalada para este papel. Em 31 de julho de 2013 a Warner Bros alterou o título de Blended para The Familymoon, antes de voltar a seu título original em novembro daquele ano.

Filmagens:

Blended está definido para ser filmado em Sun City, África do Sul; algumas das cenas também serão filmadas perto de Lake Lanier, Buford e Gainesville na Georgia.  Warner Bros irá co-produzir o filme com a Happy Madison Productions.

Lançamento:

Primeiro trailer do filme foi lançado em 17 de dezembro de 2013, seguido por outro trailer em 3 de abril de 2014.

O filme estava previsto para ser lançado em 23 de maio de 2014.

Ficha técnica:

Directed by Frank Coraci

Produced by:

Adam Sandler

Jack Giarraputo

Mike Karz

Written by:

Clare Sera

Ivan Menchell

Starring:

Adam Sandler

Drew Barrymore

Emma Fuhrmann

Terry Crews

Joel McHale

Wendi McLendon-Covey

Kevin Nealon

Bella Thorne

Shawn Kavanaugh

Music by:

Rupert Gregson-Williams

Cinematography: Julio Macat

Editing by Tom Costain

Studio:

Happy Madison Productions

Gulfstream Pictures

Distributed by:

Warner Bros. Pictures

Release dates:

May 23, 2014

Running time - Tempo de duração

117 minutes

Country - United States

Language - English

Fonte: Wikipedia

Cinema 2.014

Jersey boys

The signal

Transformers - A era da extinção

Million dollar arm

Neighbors - Vizinhos

The amazing spider man

Walk of shame

The love punch

Brick mansions

Cinema 2.014 - Noé

Perfect sisters

In the blood

Earth to echo

A long way down

Better living through chemistry

Sabotage

Bad country

Bad Words

Inatividade Paranormal 

Divergente

Invertigo

Endless love

Welcome to Yesterday

After the Dark - Depois do Apocalipse

A arte do roubo

The legend of Hercules

Mindscape - Filmes 2.014

Capitão América - Soldado Invernal

Stallone - Ajuste de contas

Maze runner - Correr ou morrer

Need for speed

Refém da paixão

O sétimo filho

Os mercenários 3

A menina que roubava livros

Map to the Stars

Before I Go to Sleep

Planeta dos macacos 2.014

300 - Rise of an Empire

X-men - Dias de um futuro esquecido

Robocop 2.014

Mad Max 4

Sin City 2 - Dame to Kill For

Avatar 2 - Notícias

Capitão América - Soldado Invernal

Interstellar - Curiosidades do filme

Enemies closer

Pompéia

Vampires Academy - Irmãs de sangue

3 Days to Kill

Nom Stop - Sem escalas

Under the skin

Cinema 2.014 - Oculus


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Hipertensão pulmonar



hipertensão pulmonar ocorre quando a pressão arterial é anormalmente alta nas artériaspulmonares (pequena circulação) ou na irrigação vascular dos pulmões. Dependendo do caso, poderá provocar uma marcada diminuição da tolerância ao exercício e falhas do coração. Esta hipertensão é independente da forma mais comum (chamada, simplesmente, hipertensão arterial - e que dever-se-ia chamar, com maior propriedade, "hipertensão sistémica"), detectada no consultório médico, onde é medida apenas a pressão nas artérias que participam dagrande circulação. O ventrículo direito do coração tem de fazer um esforço adicional para conseguir bombear osangue até aos pulmões, onde captará o oxigênio através das hemácias.
A hipertensão pulmonar pode ser primária ou secundária. É secundária quando deriva de enfisema pulmonar ou doença cardíaca congênita. É considerada primária, quando não se consegue encontrar causa para o distúrbio.
Foi identificada pela primeira vez por Ernst von Romberg in1891.

Fisiopatologia

O processo subjacente da Hipertensão Pulmonar varia e, com freqüência, múltiplos fatores são responsáveis. Normalmente, o leito vascular pulmonar pode receber o volume sanguíneo liberado pelo ventrículo direito. Ele apresenta uma baixa resistência ao fluxo sanguíneo aumentado por meio da dilatação dos vasos na circulação pulmonar. Entretanto, se o leito vascular pulmonar está destruído ou obstruído, como na hipertensão pulmonar, a capacidade de receber qualquer fluxo ou volume do sangue fica prejudicada, e, então, o fluxo sangüíneo aumentado eleva a pressão da artéria pulmonar. À medida que a pressão da arterial pulmonar aumenta, também aumenta a resistência vascular pulmonar. A constrição da artéria pulmonar (como na hipoxemia ou hipercapnia) e a redução no leito vascular pulmonar (que ocorre com a embolia pulmonar) resultam em um aumento na resistência e pressão vasculares pulmonares. Essa carga de trabalho aumentada afeta a função ventricular direita. Por fim, o miocárdio não consegue satisfazer as demandas crescentes impostas a ele, levando à hipertrofia (aumento e dilatação) e insuficiência ventricular direita.

Manifestações clínicas

A dispneia é o principal sintoma da hipertensão pulmonar, ocorrendo, a principio, com esforço e, mais adiante, em repouso. A dor torácica subesternal também é comum, afetando 25 a 50% dos pacientes. Os outros sinais e sintomas incluem:
  • Encurtamento gradual da respiração que pode piorar com exercícios.
  • Dor ou desconforto torácico.
  • Fadiga.
  • Inchaço nas pernas.
  • Tosse persistente.
  • Palpitações (sensação do batimento forte ou anormal do coração).
  • Cianose (tom azulado da pele, principalmente nas mãos, pés e face).
  • Tontura
  • Desmaio (síncope)

Históricos e achados diagnósticos

Uma avaliação diagnostica completa inclui uma historia, exame físico, radiografia de tórax, provas de função pulmonar, eletrocardiograma (ECG), ecocardiograma, imageamento de ventilação perfusão e cateterismo cardíaco. Em alguns casos, pode ser necessária uma biopsia pulmonar, realizada por toracoscopia, visando elaborar um diagnóstico definitivo. O cateterismo cardíaco do lado direito do coração revela a pressão arterial pulmonar elevada. Um ecocardiograma pode avaliar a progressão da doença e excluir outras condições com sinais e sintomas similares.
O ECG revela hipertrofia ventricular direita, desvio do eixo para a direita e ondas T altas, em pico, nas derivações inferiores, ondas R anteriores altas e depressão do segmento ST e /ou inversão da onda T anteriormente. A Pa O2 também está deprimida (hipoxemia).
Uma cintilografia da ventilação-perfusão ou angiografia pulmonar. As provas de função pulmonar podem estar normais ou mostrar discreta diminuição na capacidade vital (CV) e na complacência pulmonar, com uma leve diminuição na capacidade de difusão.

Tratamento patológico

A única cura para a hipertensão pulmonar primária é o transplante pulmonar para ambos os pulmões, sendo, às vezes, também necessário o transplante de coração.
Medicamentos, como bloqueadores dos canais de cálcio, antagonistas do receptor de endotelina, inibidores da fosfodiesterase 5 (sildenafila) e prostaciclinas podem ser utilizados para a melhora dos sintomas e prolongamento da vida, mas não curam a doença. Devemos lembrar que os transplantes são cirurgias grandes e envolvem riscos significativos, como sangramento, infecções, e, até mesmo, o óbito do paciente.
Além disso, o fenômeno de rejeição ao órgão transplantado é elevado, podendo chegar até 50% dos pacientes dentro de dois a três anos após o transplante.
Após a realização do transplante, o uso de medicações para prevenir a rejeição é obrigatório por toda a vida, o que pode ocasionar diversos efeitos colaterais.
Para o alívio dos sintomas, o oxigênio suplementar é a medida mais importante e quase sempre faz parte do arsenal do tratamento.
Além disso, os vasodilatadores - medicações que dilatam os vasos para facilitar a passagem do sangue - podem, em um terço dos casos, auxiliar no tratamento.
Várias medicações estão em fase de teste para ver se podem ajudar no tratamento e há outras já em uso na hipertensão pulmonar.
Os anticoagulantes (medicações que combatem a coagulação do sangue) também têm sido empregados no tratamento, visto que eles parecem prolongar a vida dos pacientes. Além disso, eles evitam os casos de trombose nestes vasos pulmonares alterados.
A hipertensão pulmonar primária é uma doença com mau prognóstico.

Tratamento de enfermagem

A principal meta da enfermagem consiste em identificar os pacientes em alto risco para a hipertensão pulmonar, como aqueles com DPOC, embolia pulmonar, cardiopatia congênita e doença valvar mitral. A enfermagem também deve ficar alerta para sinais e sintomas, administrar adequadamente a terapia de oxigênio e instruir os pacientes e família sobre a utilização domiciliar de suplementação de oxigênio.

Fonte: Wikipedia











terça-feira, 29 de abril de 2014

Pressão arterial


Ciclo cardíaco

Denomina-se ciclo cardíaco o conjunto de acontecimentos desde o fim de um batimento cardíaco até o fim do seguinte.
No momento em que o coração bombeia seu conteúdo na aorta mediante contração do ventrículo esquerdo, encontrando-se a válvula mitral fechada e a válvula aórtica aberta, quando a pressão ventricular esquerda é máxima, a pressão calculada a nível das artérias também é máxima. Como esta fase do ciclo cardíaco se chama sístole, a pressão calculada neste momento é chamada de pressão arterial sistólica.

Imediatamente antes do próximo batimento cardíaco, com a válvula aórtica fechada e a mitral aberta, o ventrículo esquerdo está em relaxamento e a receber o sangue das aurículas. Neste momento a pressão arterial nas artérias é baixa, e, como este período do ciclo cardíaco se chama diástole, é denominada pressão arterial diastólica. No entanto, esta pressão mínima ainda é consideravelmente superior à pressão presente do lado exterior da aorta e de todo o sistema arterial, sendo esta certamente maior do que a pressão atmosférica razão pela qual as artérias não colapsam nesta fase do ciclo.

A determinação indireta da pressão arterial só se tornou possível a partir de 1880, quando von Basch, na Alemanha, idealizou o primeiro aparelho, que nada mais era que uma bolsa de borracha cheia de água e ligada a uma coluna de mercúrio ou a um manômetro. Comprimindo-se a bolsa de borracha sobre a artéria até ao desaparecimento do pulso obtinha-se a pressão sistólica. Em 1896, um médico italiano, Riva-Rocci, substituiu a bolsa por um manguito de borracha e a água pelo ar. A medida da pressão diastólica teve que esperar por mais 9 anos, até que um jovem médico russo, Nikolai Korotkov descobrisse os sons produzidos durante a descompressão da artéria.


Mede-se a pressão arterial com um esfigmomanômetro


Não existe uma combinação precisa de medidas para se dizer qual é a pressão normal, mas em termos gerais, diz-se que os valores 120/80 mmHg são valores considerados ideais no adulto jovem. Contudo, medidas até 140 mmHg para a pressão sistólica, e 90 mmHg para a diastólica, podem ser aceitas como normais. O local mais comum de verificação da pressão arterial é o braço, usando como ponto de auscultação a artéria braquial. O equipamento usado é o esfigmomanômetro ou tensiômetro, que possui uma braçadeira insuflável ou manguito, e para auscultar os batimentos, usa-se o estetoscópio. Quando se fala em dois valores de pressão arterial (145 por 90 mmHg, por exemplo), estamos falando de 145 no pico da sístole e 90 no final da diástole, portanto pressão sistólica e pressão diastólica.

Definições

A pressão arterial pode ser medida a vários níveis do sistema circulatório, diminuindo a pressão à medida que o ponto de medida se afasta do coração. Assim, na grande circulação podem ser medidas pressões a todos os níveis mas na prática clínica diária só se usa a pressão máxima e a mínima.
  1. Pressão Arterial Sistólica: Pressão Arterial máxima do ciclo cardíaco, ocorrendo durante a sístole ventricular.
  2. Pressão Arterial Diastólica: Pressão Arterial mínima do ciclo cardíaco, equivalendo a pressão no fim da diástole ventricular.
  3. Pressão Arterial média: Média das pressões instantâneas de todo um ciclo cardíaco. Costuma ser deduzida das pressões diastólica e sistólica, com margens de erro variáveis, conforme a fórmula utilizada. Poder-se-ia pensar que seria realmente a média mas não é: aproxima-se mais da pressão diastólica.
  4. Pressão Arteriolar: Pressão nas arteríolas do organismo.
  5. Pressão Pré-capilar. Pressão na arteríola imediatamente antes de se iniciar um capilar.
  6. Pressão Capilar. pressão média no capilar. Fundamental para as trocas de líquidos entre o sangue e o espaço extracelular, conforme a Lei de Starling.
  7. Pressão Pós-capilar ou Venular. Pressão no início das vênulas. A este nível passa a ser pressão venosa e não arterial.

Na pequena circulação existem todos os equivalentes acima, seguidos do termo "Pulmonar", como em "Pressão Arterial Pulmonar"

Fonte: Wikipedia

Pressão atmosférica 

Engenharia reversa

Impressora de alimentos

COG - O humanóide quase perfeito

O vale da morte

Perigos da pressão alta


segunda-feira, 28 de abril de 2014

Pressão atmosférica




Pressão atmosférica é a pressão exercida pela camada de moléculas de ar sobre a superfície. A pressão é a força exercida por unidade de área, neste caso a força exercida pelo ar em um determinado ponto da superfície. Se a força exercida pelo ar aumenta em um determinado ponto, conseqüentemente a pressão também aumentará. A pressão atmosférica é medida por meio de um equipamento conhecido como barômetro. Essas diferenças de pressão têm uma origem térmica estando diretamente relacionadas com a radiação solar e os processos de aquecimento das massas de ar. Formam-se a partir de influências naturais, como: continentalidade, maritimidade, latitude, altitude... As unidades utilizadas são: polegada ou milímetros de mercúrio (mmHg), quilopascal (kPa), atmosfera (atm), milibar (mbar) e hectopascal (hPa), sendo as três últimas, as mais utilizadas no meio científico. Outra unidade utilizada para se medir a pressão é a PSI (pounds per square inch) que em Português vem a ser libra por polegada quadrada (lb/pol²). Embora comum para medir pressão de pneumáticos e de equipamentos industriais a lb/pol² é raramente usada para medir a pressão atmosférica. Embora o ar seja extremamente leve, não é desprovido de peso. Cada pessoa tem em média uma superfície do corpo aproximadamente igual a 1 metro quadrado, quando adulto. Sabendo que ao nível do mar a pressão atmosférica é da ordem de 1 atm (definida como 101 325 Pa, ou ainda 1013,25 hPa=mbar), isso significa dizer que, neste local, uma pessoa suportaria uma força de cerca de 100 000 N relativo à pressão atmosférica. Porém, não sente nada, nem é esmagada por esta força. Isto acontece devido à presença do ar que está contido no corpo e ao equilíbrio entre a pressão que atua de fora para dentro e de dentro para fora do corpo. Qualquer variação na pressão externa se transmite integralmente a todo o corpo, atuando de dentro para fora, de acordo com o Princípio de Pascal. O peso normal do ar ao nível do mar é de 1 kgf/cm². Porém, a pressão atmosférica diminui com o aumento da altitude. De forma simplificada poder-se-á considerar que a pressão diminui 1 hPa (ou 1 mbar) a cada 8 metros que se sobe. A 3000 metros, é cerca de 0,7 kgf/cm². A 8840 metros, a pressão é de apenas 0,3 kgf/cm².

Altas pressões

As altas pressões resultam da descida do ar frio. A rotação da Terra faz o ar, ao descer, circular à volta do centro de alta pressão. Quando o ar quente se eleva cria, por baixo dele, uma zona de baixa pressão. Baixas pressões, normalmente significam mau tempo. No hemisfério Norte o ar desloca-se no sentido horário e, no hemisfério Sul, no sentido anti-horário. Quanto mais baixa a altitude, maior a pressão.

Baixas pressões

As baixas pressões são causadas pela elevação do ar quente. Este circula no sentido horário no hemisfério Sul e no sentido anti-horário no hemisfério Norte. À medida que o ar, ao subir, arrefece, o seu vapor de água transforma-se em nuvens, que podem produzir chuva, neve ou tempestade. Simultaneamente, ao nível do solo, há ar que se desloca para substituir o ar quente em elevação, o que dá origem a ventos.

1 atm = 1,01325 × 105 Pa (Pascals)

1 atm = 1013,25 hPa (Hectopascals)

1 atm = 1,033 kgf/cm² (Quilograma-força por centímetro quadrado)

1 atm = 1,01325 bar

1 atm = 14,6959487755 psi (libras por polegada quadrada)

1 atm = 760 mmHg (milímetros de mercúrio)

1 atm = 29,92126 polHg (polegadas de mercúrio)

1 atm = 10,1797339656 mca (metros de coluna de água - mH20)



Como funciona um barômetro?

O barómetro (português europeu) ou barômetro (português brasileiro) é um instrumento usado para medir a pressão atmosférica.

Existem dois tipos de uso corrente: os barômetros de mercúrio e os barômetros aneroides (metálico).

Foi inventado por Evangelista Torricelli em 1643, e funciona porque o ar aplica uma pressão com seu peso. Torricelli observou que, se a abertura de um tubo de vidro fosse cheia com mercúrio, a pressão atmosférica iria afetar o peso da coluna de mercúrio no tubo. Quanto maior a pressão do ar, mais comprida fica a coluna de mercúrio. Assim, a pressão pode ser calculada, multiplicando-se a altura da coluna de mercúrio pela densidade do mercúrio e pela aceleração da gravidade. Ao nível do mar, a pressão atmosférica é de cerca de 15 libras por polegada quadrada, 29,9 polegadas de mercúrio ou 760 milímetros de mercúrio (760 mmHg). Isto é equivalente a 101,3 quilopascals (101,3 kPa), a unidade de pressão utilizada pelos meteorologistas, além dos milibares.

O mercúrio é ideal para o barômetro líquido pois a sua alta densidade permite uma pequena coluna. Num barômetro de água, por exemplo, seria necessário uma coluna de 10 metros de altura e, ainda assim, haveria um erro de 2%.

Com o avanço tecnológico, atualmente, podem-se encontrar barômetros acoplados a relógios digitais esportivos a um custo razoável.

Fontes:

Pressão atmosférica: Wikipedia

Barômetro: Wikipedia

Engenharia reversa

Impressora de alimentos

COG - O humanóide quase perfeito

O vale da morte

Perigos da pressão alta



sexta-feira, 25 de abril de 2014

Donos do mundo em 2.090




Os EUA perderão sua hegemonia internacional e entre os anos de 2070 e 2080, ocorrerá a III Guerra Mundial, segundo o futurista brasileiro Paulo Vicente Alves, da escola de negócios, Fundação Dom Cabral.

Em um artigo no jornal "The Financial Times" Alves explica que sua conclusão é baseada na combinação de duas teorias de ciclos históricos da economia. Uma delas é a teoria da estabilidade hegemônica, que diz que o mundo é estável somente quando você tem um líder e esse líder muda a cada 100-140 anos. Antes era o Império Britânico e agora os EUA. A outra é a teoria das ondas de Kondratiev que divide a economia mundial capitalista moderna em flutuações cíclicas de duração entre 47 e 60 anos: o início de um ciclo de desenvolvimento de novas tecnologias causam um boom econômico, então o crescimento desacelera e chega a uma crise. Então, tudo se repete. Ao analisar as duas teorias, Alves escreveu uma previsão para o século XXI e é dividido em quatro atos.

Ato I: A crise da década de 2020

Nos próximos quatro anos, o mundo liderado pelos EUA permanecerá na subfase de esgotamento. Em 2018 a situação vai agravar ainda mais e a crise começará. Haverá "guerras" pelo petróleo, metais e água na América do Sul, África e Oceania, que durarão até 2030. As causas serão os cinco problemas básicos de um Estado moderno. Sistema de pensões instáveis, aumento das taxas energia, aumento dos preços dos alimentos e da água, gestão pública ineficiente e aumento do número de conflitos militares e culturais.

Ato II: A revolução tecnológica de 2040

A partir de 2030 em um mundo ainda sob a hegemonia de Washington, começará um período de recuperação baseado em robôs, inteligência artificial, biotecnologia, tecnologias de energia verde ou espacial (ou todas juntas). Como resultado, entre 2042 e 2055 haverá uma expansão dos EUA e um boom econômico internacional. No entanto, a prosperidade financeira vai desaparecer depois: a nova crise durará até 2067 e coincidirá com a última etapa da hegemonia global de Washington.

Ato III: A Primeira Guerra Mundial de 2070-2080

Em 2067 começará uma profunda crise e a fase de transição em que os EUA começarão a perder a sua liderança global. Será um período de caos e conflitos internacionais em maior escala. De acordo com Alves, as guerras devem ser, em primeiro lugar, resultante das contradições entre o desenvolvimento que aumenta o consumo de energia e recursos, e a preservação. Além disso, é possível um crescimento da inteligência artificial e manipulação genética, resultando em uma crise de identidade humana e direitos civis para essa inteligência artificial.

Destes conflitos surgirão  novas tecnologias que vão dar origem às novas soluções, garante o futurista. Em 2080 começará um período de recuperação.

Ato IV: Quem será o novo líder mundial, depois dos EUA?

Em 2092 a recuperação triunfará e dará lugar a uma nova etapa de expansão. Mas desta vez, o estado hegemônico será diferente.

No final do século XXI serão os painéis solares que abastecerão o mundo com energia, enquanto que a fonte essencial de água e de metal estarão relacionados com os asteroides conectados com a terra. Portanto, o controle da linha do Equador será crucial para a liderança futura, argumenta Alves. Outro fator importante é que não será formado completamente, a nova liderança, antes de uma nova potência hegemônica. De acordo com o analista, há cinco possíveis candidatos que correspondem a todas estas características.

01 - Estados Unidos da Europa

A Europa poderá se tornar uma única nação que abrangerá também os territórios do norte da África e partes do Oriente Médio. O acesso ao Equador poderia ser através da Guiana Francesa que permaneceria sendo território ultramarinho francês: hoje é formalmente parte da União Europeia como uma região ultraperiférica e está localizada na costa norte da América do Sul, entre Brasil e Suriname, limitado ao norte pelo Oceano Atlântico.

02 - EUA absorvido pelo México

A integração contínua das Américas e a expansão da população hispânica nos EUA, irá resultar numa fusão dos EUA com o México e, provavelmente, com algumas nações do Caribe. O acesso ao Equador terrestre poderá ser localizado no Amapá, norte do Brasil, ou no país de mesmo nome, no Equador.

03 - China e as suas novas colônias

A alta demanda da China por energia, alimentos, água e sais minerais está impulsionando a África, América do Sul e Oceania, o que pode resultar na sua integração. Possíveis ligações com o espaço poderiam ser estabelecidos no Quênia, Sumatra e Bornéu.

04 - Índia e as suas novas colônias

A Índia tem uma situação semelhante à  China. Está se expandindo para a África, América do Sul e Oceania, e mais uma vez o Quênia, Sumatra e Bornéu poderão converter-se em seus vínculos com o Equador.

05 - Um Brasil expandido na América do Sul

O Brasil estará em expansão demográfica e também no comércio, na América do Sul, o que poderia resultar em uma integração demográfica e comercial. Um dia, também poderá resultar em integração política.

Fonte: RT-TV

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quinta-feira, 24 de abril de 2014

O experimento mais longo da história



'Gotas de eternidade' são as gotas que estão caindo de um funil instalado na Universidade de Queensland, na Austrália. Mas eles são tão lentos que a experiência tornou-se a mais longa da história.

A experiência começou em 1927 pelo físico Thomas Parnell que queria demonstrar que há líquido com uma consistência tão viscosa que parecem estar em estado sólido. Para isso ele colocou um pouco de pitch, resina, ou brea, em espanhol, (um líquido altamente viscoso, o mais comum deles são betumes) em um funil, deixou repousar por três anos e, em 1930,  começou a longa espera: a substância flui tão lentamente que em 84 anos caíram apenas nove gotas. Assim, a primeira gota caiu depois de passados oito anos, ou seja, em 1938. Essas gotas caíram nos anos de 1947, 1954, 1962, 1970, 1979, 1988, 2000 e, até agora, mais recentemente, em abril de 2014.

Como foi observado, as gotas caem em média a cada 8-9 anos, mas a última atrasou bastante. A parte inferior da nona gota já dobrou sobre o funil e agora estão esperando sua separação definitiva. O processo é monitorado por uma câmera, inclusive os curiosos podem assistir em tempo real no site do projeto. Em 2000, os cientistas também queriam filmar a queda, mas houve uma queda de energia de vinte minutos na universidade, e foi nesse momento que a gota caiu.

O experimento foi registrado no Guinness Book of Records por ser o mais longo da história. Além disso, em 2005, os autores da experiência ganharam o prêmio Ig Nobel, uma paródia americana do Prêmio Nobel que é dado às descobertas mais absurdas e curiosas do mundo.

Acredita-se que a quantidade de pitch/brea/resina que ainda permanece no funil seja suficiente para mais 100 anos de experiência.

Fonte: RT-TV

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