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terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Cinema 2.016 - The choice


A escolha é um romance de 2007, escrito por Nicholas Sparks. Foi publicado pela primeira vez em 24 de setembro de 2007 pela Grand Central Publishing.

Parte 1: Travis Parker e Gabby Holanda embarcam em um interessante relacionamento entre vizinhos e, em seguida, tornam-se jovens amantes. Travis Parker é um homem feliz com amigos maravilhosos, excelente ocupação e uma vida invejável. Ele acha que sua vida já está cheia de alegria e felicidade - então, Gabby Holland muda-se na casa ao lado. Uma história de amor sobre a superação de barreiras, uma história para se ver com seus entes queridos. Trata-se de um puro e intenso romance sobre confiança, determinação, e as escolhas que podem ser feitas para demonstrar isso.

Elenco:

Benjamin Walker as Travis Parker
Teresa Palmer as Gabby Holland
Maggie Grace as Stephanie Parker, Travis' sister
Alexandra Daddario as Monica
Tom Welling as Dr. Ryan McCarthy
Tom Wilkinson as Dr. Shep
Noree Victoria as Liz
Anna Enger as Megan
Wilbur Fitzgerald as Mr. Holland
Callan White as Mrs. Holland
Jesse C. Boyd as Matt
Dianne Sellers as Jackie
Brett Rice as Dr. McCarthy

Ficha técnica:

Directed by Ross Katz

Produced by:

Theresa Park

Peter Safran

Nicholas Sparks

Screenplay by Bryan Sipe

Baseado em The Choice 

De Nicholas Sparks

Starring:

Benjamin Walker
Teresa Palmer
Maggie Grace
Alexandra Daddario
Tom Welling
Tom Wilkinson

Music by - Marcelo Zarvos

Cinematography - Alar Kivilo

Edited by:

Lucy Donaldson
Joe Klotz

Production:

Nicholas Sparks Productions
The Safran Company

Distributed by Lionsgate

Data de estreia: February 5, 2016

Running time - 111 minutes

País - Estados Unidos

Língua - Ingles

Wikipedia

Trailer legendado

Trailer em inglês

Cinema 2.016

Fifty shades of black

The finest hour

Cinema 2.015



terça-feira, 19 de novembro de 2013

Cinco idiomas que mais crescem



O mundo está mudando e os tempos em que as pessoas falavam uma única língua chegou ao fim. O mundo inteiro terá de assimilar uma segunda língua, além de sua língua nativa. Como decidir qual estudar?

Em uma época de globalização e independência econômica, além do inglês,  que já é ensinado em muitos países, ganham relevância os países do BRICS, regiões economicamente promissoras como America Latina e Oriente Médio, assim como seus respectivos idiomas.

01 - Português

Embora não pareça muito difundida, só no Brasil são cerca de 196 milhões de pessoas que lalam a língua. O país tem aumentado a sua importância e, como sexta economia do mundo, passa a ser vista com respeito.

O Brasil é uma grande esperança tanto para o capitalismo, quanto para o socialismo. Os escândalos e prisões podem ser um termômetro bom, para um país que sempre teve fama de marginal.

02 - Russo

Durante muito tempo a Rússia foi a segunda maior potência econômica do mundo, quando ainda fazia parte do bloco das URSS. Depois veio a crise mas, mesmo assim, a Rússia ainda é a maior economia da Europa e a quinta do mundo em PIB.

A Rússia ainda é a segunda maior potência política, e foi por isso que Edward Snowden se refugiou por lá, depois de denunciar a CIA.

03 - Chinês

Liderada politicamente pela Rússia durante muito tempo, finalmente a China apareceu para o mundo.

A China é uma cultura introspectiva, entretanto, já aprendeu que vai precisar se abrir para o mundo se quiser assumir o posto de maior economia do mundo. Não há mais nada que impeça a China de se tornar a nação que mais cresceu na história, nos últimos tempos, desde a revolução industrial, podendo superar até os EUA.

A influência chinesa se espalhou por uma região abandonada, África, prova disso é que esses países optaram pelo chinês, como sua segunda língua.

04 - Espanhol

Os países da América Latina são o motivo do espanhol se tornar um sério candidato, quando o assunto é idioma. Além de ser uma região promissora, economicamente falando, a região poderá se tornar a locomotiva do setor de energia global. A região possui todos os pré-requisitos para isso: matérias-primas, mão-de-obra barata e potencial industrial.

Alguns países da América latina tem se destacado pela sua resistência às crises, demonstrando sua independência econômica. Já sua fama de revolucionários políticos, isso é história.

O espanhol é a segunda língua mais falada no Twitter.

05 - Árabe

Algumas nações emergentes falam árabe e concentram centros de riqueza, além de fazerem fronteiras com grandes mercados. Quem fala árabe tem vantagem nesses países.

O fim das ditaduras, além do apoio crescente dos países ocidentais e orientais, transformam o Oriente Médio numa região que deverá crescer, portanto, receber investimentos e abrir muitas oportunidades para quem falar essa língua.

Comentário: Para quem já fala português, o espanhol fica muito mais fácil. A minha pergunta é se o Chinês poderá se tornar mais importante que o inglês.

Não há dúvidas que atualmente o mandarim é a língua que mais oferece oportunidades, já que este mercado era o mais fechado do mundo, entre as grandes potências.

Quando a Índia se revelou como principal concorrente da China, a China fez acordos com a Índia para representá-la, conseguindo não só seus produtos, como sua língua.

Fonte: RT-TV 

PIB dos BRICs deve ultrapassar os EUA

MIST - Países que mais crescem

Países mais resistentes a crise

Maiores reservas de ouro



quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Político quase perfeito



Para sabermos qual é o candidato perfeito, primeiro é preciso saber quais as funções de cada cargo dessas eleições. Nessas eleições iremos votar para prefeito e para vereador, eleições bem mais simples que as eleições para deputados, senadores e presidente.

Os vereadores não são eleitos para comprar dentaduras, óculos, passagens ou remédios para as pessoas, apesar de isso ser muito comum no Brasil, vereadores são eleitos para fiscalizar os atos, gestão dos prefeitos e, principalmente, legislar no município.

Quando alguém pede uma dentadura para um candidato, está corrompendo esse candidato, mas o eleitor não é obrigado a votar em tal candidato, por isso imagina que sua consciência está tranquila, não está.

A partir do momento em que um candidato é levado a crer que conseguiu comprar um voto, tal candidato procura financiadores, patrocinadores, parceiros para a sua campanha, isso leva um candidato a ter o seu mandato comprometido, mesmo antes de ser eleito. Tal candidato abandona os objetivos de servidor público e passa a adotar um perfil totalmente corporativo.

Vale lembrar que os melhores candidatos sempre serão aqueles que estão mais próximos do eleitor. Naturalmente, você não vai deixar de votar num candidato que você vê e convive no dia-a-dia, para votar num candidato que você considera muito bom, mas que não tem convivência com ele.

Isso acontece porque vivemos numa sociedade em que a burocracia é tão forte quanto a gestão pública é fraca.

Quando estiver numa fila de hospital, transplante, cirurgia, tratamento de doença grave, etc., sempre que conseguir um desses serviços, saiba que dez, vinte, talvez trinta outras pessoas pereceram para que você sobrevivesse; quando ligar para a polícia e ela não vier, não se irrite, ela estará apenas atendendo a dez por cento das chamadas possíveis de serem atendidas; quando não passar num concurso, saiba que apenas um por cento dos candidatos passaram.

É assim que funciona o nosso sistema desigual e, por incrível que possa parecer, alguns burgueses imbecis ainda tem a coragem de se valer de discursos ultrapassados como: "Somos nós que damos emprego para milhões e milhões de empregados que dependem da classe média alta para sobreviver, nós temos privilégios porque nós estudamos, lutamos muito por isso e é preciso muito esforço para ter o privilégio de ter uma quitinete no centro de São Paulo.

Acontece que o sistema tem evoluído muito nos últimos quinhentos anos, evoluído suficientemente para mostrar que países errados como o Brasil, desigualdade e sociedade elitizada, China, desigualdade e ditadura, e Índia, uma mistura de tudo o que não dá certo nesses países citados, podem crescer. Nesse tipo de sistema, que já começou a influenciar até as grandes economias de países ricos, todas as riquezas ficam concentradas numa determinada região, ou regiões, onde um grupo restrito de pessoas passam por duras provas secretas para provar que poderão ter direito a um lugar no topo.

Nesse nosso sistema, os políticos tem autoridade mas não exercem, ou por covardia, incompetência, insuficiência de representantes capazes de fazer a diferênça, ou porque o sistema já se tornou tão decadente que os nossos representantes de fato representam uma sociedade ainda mais falida que eles.

Apenas as mídias de massa ainda tem a sua utilidade para os donos do poder, assim, eles são pagos pelos poderosos para manipular as pesquisas, criando um jogo onde vence quem blefar melhor e a qualidade do blefe será proporcional àquele que pagar mais.

Quedas de políticos de direita, como Demóstenes Torres, demonstram um político conformado que conhece muito bem as regras do jogo, lembrando políticos famosos que nunca foram de direita ou esquerda, apenas escolheram um lado, como é o caso de José Sarney e Paulo Maluf.

Políticos de esquerda que não obedeceram a principal regra do jogo político, corporativismo do poder, caíram. José Dirceu  tornou-se o político mais odiado pela oposição brasileira, nem seus pardidários o defenderam, exceto os líderes de partidos da base aliada do governo.

Muita gente não observa, mas a maior corrupção não está em nível federal, mas em nível municipal. É aqui em baixo onde ocorre mais desvios de verba pública e é aqui que os deputados, senadores e até o presidente, estabelecem a base para o seu poder político.

Num sistema político como o nosso, podemos saber que um palhaço como o Tiririca vai vencer, quantos votos vai ter e até quem serão os seus suplentes - Eu confesso que não sabia que ele iria eleger o delegado da polícia federal.

O eleitor é livre para anular o voto ou para votar em branco, mas é preciso moderação, caso contrário, estará fazendo o mesmo joguinho sujo das pesquisas e mídias de massa, acreditando em números.

As novelas brasileiras sempre foram o retrato de nossa falta de percepção e educação, mas nunca apresentou a interatividade dos realities shows modernos, onde as novelas são criadas de forma diferente e a interpretação também, só a manipulação continua a mesma de sempre.

Novos tempos, novos políticos, assim, esses novos políticos fingem se importar com a opinião dos eleitores, inclusive questionando-os sobre os problemas a serem resolvidos, algumas vezes isso até dá certo mas é preciso a participação das massas.

By Jânio

Promessas de eleitores