quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Cinema 2.015 - Child 44



Child 44, Criança 44, é um filme americano-britânico de suspense dirigido por Daniel Espinosa, escrito por Richard Price, baseado no romance de Tom Rob Smith, Child 44 (2008). O filme é estrelado por Tom Hardy, Noomi Rapace, Joel Kinnaman, Gary Oldman, e Vincent Cassel. Está programado para estrear em 17 de abril de 2015.

Ambientado na União Soviética de Stalin, depois de ser afastado da polícia, um agente da MGB, Leo Demidov (Tom Hardy), é encarregado de descobrir uma  estranha e brutal série de assassinatos de crianças, como forma de voltar a corporação.

Produção:

As filmagens começaram em junho de 2013, em Praga, Ostrava e Kladno, República Checa. 

Ficha técnica:

Directed by Daniel Espinosa

Produced by Greg Shapiro

Michael Schaefer

Ridley Scott

Screenplay by Richard Price

Baseado em Child 44 de Tom Rob Smith

Starring:

Tom Hardy

Noomi Rapace

Joel Kinnaman

Gary Oldman

Musica de Jon Ekstrand

Cinematography - Philippe Rousselot

Edited by Dylan Tichenor

Produção:

Summit Entertainment

Worldview Entertainment

Scott Free Productions

Stillking Films

Distributed by Lionsgate

Data de estreia - 17 de Abril de 2015

País - Estados Unidos - Reino Unido

Língua - inglês

Orçamento - $50 million

Fonte: Wikipedia

Cinema 2.015

True Story

Boychoir

Danny Collins

Cinderela

The Coup

The little boy

Jane got a gun

Song one

Ex machina

Grace de Mônaco

Blackhat

Vice

Mortdecai

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Curiosidades do magnetismo




Em física e demais ciências naturais, magnetismo é a denominação associada ao fenômeno ou conjunto de fenômenos relacionados à atração ou repulsão observada entre determinados objetos materiais - particularmente intensas aos sentidos nos materiais ditos ímãs ou nos materiais ditos ferromagnéticos - e ainda, em perspectiva moderna, entre tais materiais e condutores de correntes elétricas - especificamente entre tais materiais e portadores de carga elétrica em movimento - ou ainda a uma das parcelas da interação total (Força de Lorentz) que estabelecem entre si os portadores de carga elétrica quando em movimento - explicitamente a parcela que mostra-se nula na ausência de movimento de um dos dois, ou de ambos, no referencial adotado. Há de se ressaltar que a simples observação de atração ou repulsão entre dois objetos não é suficiente para caracterizar a interação entre os dois como de origem magnética, geralmente confundindo-se com certa facilidade, aos olhos leigos, os fenômenos magnéticos e elétricos. Tais fenômenos elétricos e magnéticos, apesar de hoje saber-se estarem profundamente correlacionados, têm em princípio de naturezas certamente diferentes.

Aos olhos desatentos enfatiza-se que os fenômenos elétricos e magnéticos - ao menos no cotidiano - diferem entre si basicamente nos seguintes aspectos:

no cotidiano a força magnética mostra-se geralmente mais intensa do que a elétrica;

enquanto os fenômenos elétricos - em específico os eletrostáticos oriundos do atrito entre materiais diferentes - apresentem natureza efêmera, os magnéticos são geralmente duradouros;

ao passo que corpos eletrizados interagem de forma perceptível com praticamente todos os materiais, os corpos magnéticos interagem de forma significativa apenas com um grupo muito seleto desses.nota 

Em particular, é válido aqui desfazer-se a ideia em senso comum de que os ímãs atrairiam qualquer metal. Em verdade, a grande maioria dos metais simplesmente não responde em magnetostática de forma perceptível aos sentidos. Entre os poucos que respondem, destacam-se o ferro, o cobalto e o níquel.

O magnetismo pode orientar os corpos em direções definidas, geralmente não ocorrendo o mesmo nos fenômenos elétricos. Em outras palavras, em virtude de sua orientação, um mesmo corpo magnético pode ou ser atraído ou ser repelido por outro. No caso elétrico ou os dois geralmente ou se atraem ou se repelem - de forma independente da orientação espacial destes.

Os polos elétricos - positivo e negativo - podem ser separados ao passo que os polos magnéticos - norte e sul - estão sempre presentes no mesmo corpo, nunca podendo ser separados.

Nestes termos é fácil agora caracterizar a atração entre o pente de cabelos após uso e pequenos pedaços de papel, ou mesmo entre a folha de papel e a capa de plástico de uma encadernação, como fenômenos elétricos, e a atração entre uma chave de fenda e um parafuso, ou entre o adesivo de propaganda e a geladeira, como magnéticos.

O exemplo mais difundido de fenômeno magnético certamente associa-se o funcionamento da bússola, uma agulha magnética de livre movimento orientada pelo campo magnético terrestre. As auroras boreal e austral constituem um exemplo menos conhecido, sendo devidas à existência de interação magnética entre partículas presentes no vento solar e o campo magnético da terra - que desvia tais partículas em direção aos polos magnéticos do planeta, onde, em interação com a atmosfera, implicam as luzes no céu características deste fenômeno.

Magnetismo é ainda o nome associado à divisão da Física responsável pelo estudo dos fenômenos magnéticos. A descoberta e melhor compreensão da estreita relação existente entre os fenômenos magnéticos e elétricos implicou, em tempos recentes, na fusão das áreas concernentes ao estudo da eletricidade e magnetismo - originalmente distintas - em uma única divisão mais abrangente, o eletromagnetismo. O eletromagnetismo encerra em si todos os fenômenos elétricos, todos os magnéticos, e mais os fenômenos associados à inter-relação explícita ou implícita entre os dois primeiro.


História:

As observações de fenômenos magnéticos naturais são muito antigas. Entre elas relatam-se com frequência as realizadas pelos gregos em uma região da Ásia conhecida por Magnésia, embora haja indícios de que os chineses já conheciam o fenômeno há muito mais tempo. Ainda no século VI a.C., Tales de Mileto, em uma de suas viagens ao continente (na época província da Grécia), constatou que pequenas pedrinhas tinham a capacidade de atrair tanto objetos de ferro quanto a de atraírem-se. Tales foi o primeiro a tentar explicar o fenômeno afirmando que a magnetita - o minério magnético presente no solo - seria possuidor de uma espécie de "alma",7 e que esse poderia comunicar "vida" ao ferro inerte, que por sua vez também adquiria o poder de atração. Tales não teria sido contudo o primeiro a descobrir tal fenômeno na região. Conta a lenda que um pastor de ovelhas, de nome Magnes, teria percebido que a ponta de ferro do seu cajado ficava presa quando este o encostava em determinadas pedras - presumidamente a magnetita. Segundo alguns autores, do nome da região derivou-se o termo "magnetismo", até hoje usado para estudar os fenômenos relacionados. Contudo para outros o termo "magnetismo" advém do nome do pastor de ovelhas que teria constatado o primeiro fenômeno "magnético".

Em vista do que se sabe hoje em dia a explicação de Tales de Mileto pode parecer-nos muito simplória, contudo ressalva-se que não se deve julgar um pensamento fora do contexto histórico-sócio-cultural o qual pertence. Em tal época justamente os primeiros passos de uma longa jornada que viria culminar no que conhecemos hoje, dois milênios e meio depois, por ciência, estavam por ser dados. Em verdade, explicações similares perduraram pelos vários séculos que se seguiram: o magnetismo seria então a consequência da emanação de eflúvios, um "perfume" que emanaria do ferro e da magnetita, sensibilizando-os para que se atraíssem. A própria palavra ímã derivar-se-ia mais tarde da palavra francesa aimant, que, não de surpreender, traduz-se por amante em português.

Os chineses foram certamente os primeiros a encontrar aplicações práticas para o magnetismo. No início da era cristã os adivinhos chineses já utilizavam um precursor da bússola, uma colher feita de magnetita que, colocada em equilíbrio sobre um ponto de apoio central, podia mover-se livremente. Tratava-se da "colher que apontava para o sul", sempre presente em seus rituais. No século VI os chineses já dominavam a tecnologia para a fabricação de ímãs.

Esses fenômenos, contudo, não despertaram um maior interesse, pelo menos até os século XIII, quando começaram a surgir observações e trabalhos mais acurados a respeito da eletricidade e do magnetismo. Delas decorreram de imediato a conclusão de que os fenômenos elétricos e magnéticos teriam naturezas completamente distintas, ideia que perdurou até dois séculos atrás. Em 1269 Pierre de Maricourt, em uma de suas cartas enviadas a um amigo, descreve com precisão a maioria das experiências típicas associadas ao fenômeno e que ainda hoje figuram com abundância em livros de ensino atuais. A ele devemos as nomenclaturas "pólo norte" e "pólo sul" associadas aos pólos de um magneto e a lei dos "opostos se atraem, iguais se repelem" diretamente associada aos mesmos. Também observou que em um ímã, mesmo quando oriundo de fratura de outro, encontram-se presentes sempre dois pólos opostos.

Destacam-se seguindo-se a cronologia e dando continuidade ao trabalho de Pierre de Maricourt, dois séculos mais tarde entretanto, os trabalhos do cientista inglês William Gilbert, esses resumidos em um livro publicado em 1600 que revelou-se um marco na área: o De Magnete. Consonante com o fato de que a ciência em sua definição moderna vinha à luz no exato período em questão (William fora contemporâneo de Galileu Galilei) pode considerar-se esse livro como um dos primeiros trabalhos em moldes científicos sobre o assunto, e por tal um clássico da literatura científica. O tomo encerrava praticamente todos os conhecimentos válidos produzidos até a época, pouco acrescendo-se aos mesmos até o início do século XIX. Gilbert fora capaz inclusive de explicar o comportamento da bússola, propondo que a terra comportava-se como um ímã de dimensões gigantescas. Conclusões mais sofisticadas, como a descoberta de que o aquecimento de um ímã fá-lo perder suas propriedades magnéticas e a verificação de que a magnetização e desmagnetização não implicam alteração no peso do objeto também estavam presentes. O livro não encerrava apenas estudos sobre magnetismo; também abordava vários dos tópicos contemporâneos ligados ao estudo da eletricidade.

Os avanços seguintes na área do magnetismo só foram possíveis graças a um significativo avanço ocorrido na área da eletricidade: a invenção da pilha por Alexandro Volta. A existência de uma fonte de energia elétrica - de corrente elétrica - duradoura mostrar-se-ia essencial para que o físico e químico dinamarquês Hans Christian Ørsted pudesse estabelecer de forma sólida em 1820, via um momento de serendipidade em uma aula e não nos confinamentos de um laboratório de pesquisa, algo do qual já se suspeitava há muito: que os fenômenos elétricos e magnéticos guardam íntima relação. A experiência de Ørsted entrou para os anais da física ao evidenciar que correntes elétricas provocam efeitos magnéticos em sua vizinhança, sendo estas capazes de interferir na orientação de bússolas em suas proximidades.

O passo seguinte no avanço da compreensão do magnetismo em direção ao eletromagnetismo foi dado pelo inglês Michael Faraday e concomitantemente pelo estadunidense Joseph Henry: a descoberta da indução magnética. Trata-se tão somente da resposta experimental afirmativa para uma questão diretamente decorrente da experiência de Ørsted: se eletricidade é capaz de produzir fenômeno magnético, é o inverso também verdade? Devido aos exaustivos estudos realizados por Faraday em detrimento de uma devoção menor por parte de Henry ao assunto - decorrente da sua indisponibilidade de tempo por razões profissionais - historicamente credita-se a Faraday e não a Henry os louros da descoberta.

A Faraday também credita-se o conceito de campo, conceito este imediatamente estendido tanto ao estudo da eletricidade quanto ao do magnetismo e que mostrar-se-ia essencial à síntese realizada por James Clerk Maxwell. Em tal contexto as contribuições de Heirinch Friedrich Emil Lenz (a lei de Lenz); de Wilhelm Eduard Weber, homenageado ao estabelecer-se a unidade S.I. para a grandeza fluxo magnético (o weber), sendo quem primeiro obteve a partir de experimentos relacionados ao eletromagnetismo o valor experimental de uma constante, c = 3,1 x 108 m/s, imediatamente reconhecida como análoga ao valor da velocidade da luz no vácuo; dos matemáticos Franz Ernst Neumann (lei de Faraday-Neumann-Lenz), Carl Friedrich Gauss (lei de Gauss) e demais; não podem deixar de ser mencionadas.

Maxwell, com suas famosas quatro equações - as Equações de Maxwell - conseguiu explicar não apenas todo o conhecimento empírico sob o domínio do magnetismo quando sob domínio da eletricidade - e comuns - conhecidos até a sua época como também conseguiu estabelecer bases teóricas sólidas quanto à existência das ondas eletromagnéticas, o que ao fim da história abriu, junto os trabalhos de Weber, Hertz e outros, o caminho para a integração da ótica ao agora chamado eletromagnetismo. E não demorou muito para evidenciar-se que a igualdade entre o valor teórico da velocidade das ondas eletromagnéticas oriundos das equações de Maxwell, o valor da constante experimentalmente determinado por Weber, o valor da velocidade das ondas eletromagnéticas determinado após a descoberta destas por Hertz, e o valor experimental da velocidade da luz - há algum tempo conhecido com razoável precisão - não se devia, certamente, a uma mera coincidência.

Credita-se à Heinrich Hertz a confirmação experimental da existência das ondas eletromagnéticas e determinação da velocidade dessas.

A principal característica de um objeto em interação magnética atrela-se ao fato de essa interação mostrar-se particularmente intensa em determinadas regiões e menos intensas em outras ao longo de sua extensão ou, em caso de tamanho desprezível, ao redor desse. A cada uma dessas regiões de forte interação dá-se o nome de polo magnético. Evidencia-se que um polo é sempre acompanhado de um polo conjugado, havendo no mínimo dois polos distintos em qualquer objeto magnético. Tais polos são inseparáveis, e juntos formam o que denomina-se dipolo magnético.

Colocando-se uma folha de papel sobre uma barra de ímã e salpicando-se limalhas de ferro sobre a mesma evidencia-se a presença dos polos magnéticos deste: trata-se de um dipolo magnético.

Os polos conjugados de um objeto magnético são nomeados respectivamente polo magnético norte e polo magnético sul.

É explicitamente importante aqui que se evite confundir essa nomenclatura com a nomenclatura muito semelhante utilizada para nomearem-se os polos geográficos de objetos em rotação; em particular os polos geográficos do planeta Terra. Associados a um objeto em rotação têm-se os polos geográficos. Fala-se neste caso em polo geográfico norte e polo geográfico sul: considerando-se os dois pontos determinados pelo interseção do eixo de rotação com a superfície do objeto girante, movendo-se os dedos da mão direita sobre o mesmo de forma que os dedos dessa mão, em posição de segurá-lo, acompanhem o seu movimento de rotação, ter-se-á o dedão dessa mão indicando o polo que será então denominado polo geográfico norte; outro dos dois pontos na superfície será o polo geográfico sul.

A definição de qual dos polos magnéticos de um eletroímã será nomeado polo magnético norte e qual será o polo magnético sul também pode, em vista do paradigma científico válido atualmente, ser determinada mediante uma das aplicações da "regra da mão direita"; obviamente não existindo neste caso um eixo de rotação espacial aplicável, contudo. A referência é nesse caso a direção e sentido estabelecidos pela corrente elétrica diretamente associada ao comportamento magnético observado, corrente essa que geralmente percorre o condutor elétrico, espira ou solenoide em consideração. Estabelecido qual é o polo norte e qual o polo sul magnéticos desse, por comparação, estabelece-se qual o polo norte e qual o sul de qualquer outro magneto. Para tal basta observar que, dados dois objetos em interação magnética:

polos de mesma nomenclatura, quando em interação, determinam repulsão;

polos de nomenclaturas diferentes, quando em interação, determinam atração.

É sabido, entretanto, que a nomenclatura magnética em debate antecede cronologicamente o conhecimento necessário ao uso da regra da mão direita para determiná-la. A explicação para a questão derivada passa certamente pela percepção de que a semelhança entre as nomenclaturas para os polos geográficos e para os polos magnéticos talvez não seja, e em verdade não é, mera coincidência. Há muito, conforme citado, sabe-se que dipolos magnéticos, quando suspensos de forma que possam girar livremente, orientam-se espacialmente de forma que um de seus polos magnéticos determine uma direção próxima àquela estabelecida pelos polos geográficos da terra. Tal observação levou à denominação no magneto de polo magnético norte ao polo magnético que orienta-se de forma a indicar o polo geográfico norte, e à de polo magnético sul ao polo magnético do magneto voltado para o sul geográfico da Terra. Essas nomenclaturas conforme estabelecidas são - ao menos na atualidade visto que os polos magnéticos do planeta alternaram suas posições geográficas com o passar das eras - condizentes com as estabelecidas pelos usos antes citados da regra da mão direita.

A Terra porta-se como se fosse um gigantesco ímã. Junto ao polo geográfico norte tem-se o polo magnético sul do planeta, e junto ao polo geográfico sul o norte magnético.

Bússola usada na navegação. Atraído pelo polo magnético sul da Terra, o polo magnético norte da agulha da bússola irá orientar-se sempre de forma a indicar em proximidade o norte geográfico do planeta.

Durante muito tempo procurou-se explicação para a orientação assumida pelos ímãs quando suspensos de forma a girarem livremente. A resposta é em princípio simples quando se propõe que a Terra se comporta como um ímã de dimensões gigantescas, contudo mostra-se bem mais complicada quando evolui para a questão de se saber o porquê da Terra se comportar como um ímã.

Em dias atuais os polos geográficos localizam-se próximos, mas não coincidentes, aos polos magnéticos da Terra. Em vista das considerações na seção anterior, é fácil perceber que próximo ao polo geográfico norte da Terra situar-se-á o polo sul magnético do planeta, e próximo ao polo geográfico sul do planeta encontra-se o polo magnético norte deste. Tal posicionamento leva ao correto funcionamento da bússola: o norte magnético da agulha magnética determina o norte geográfico do planeta por ter sido atraído pelo polo magnético sul do planeta, esse setentrionalmente localizado.

Em termos dos polos geográficos e do eixo de rotação do planeta, fundamentais para se definirem as coordenadas geográficas, as posições geográfica dos polos magnéticos são atualmente as seguinte:

Vale contudo lembrar que a bússola nem sempre irá apontar exatamente para tais pontos. Devido a interferências associadas às condições magnéticas locais, devidas entre outros à presença ou não de materiais magnéticos no solo, mesmo o uso da bússola para a orientação geográfica deve ser feito com cautela, devendo esta ser atrelada a uma correção pontual conhecida por declinação magnética. As cartas de navegação normalmente informam a declinação magnética aplicável e sua área de abrangência.

A explicação do porquê a Terra se comporta como um grande ímã mostra-se bem mais nebulosa ao considerar-se que os registros magnéticos gravados em rochas vulcânicas - nos ímãs naturais, verdadeiros "fósseis" magnéticos - fortemente sugerem que as posições geográficas dos polos magnéticos do planeta mudam não apenas constantemente - conforme corroborado por medidas atuais - como em verdade mudam radicalmente. Nos últimos 17 milhões de anos, tempo não tão significativo perto dos 4,5 bilhões de anos atribuídos à idade do planeta, os polos magnéticos teriam invertido suas posições cerca de 170 vezes. Mesmas considerações sobre o fato de que o manto e o núcleo da Terra sejam constituídos em essência por ferro não são suficientes para estabelecer-se um modelo satisfatório. Sabe-se que o material do manto encontra-se em estado líquido viscoso, em temperaturas bem acima da temperatura de Curie deste elemento, o que o leva a um estado não magnético. A mesma consideração, quando aplicada ao núcleo, mesmo este sendo sólido, mostra-se também pertinente. Até o momento não se tem um modelo cientificamente aceito para explicar o magnetismo terrestre e seu comportamento. Supõe-se que correntes elétricas oriundas de gradientes de temperatura no interior do planeta desempenhem papel importante no processo.

No âmago do fenômeno.

Conforme citado, não se verificou, até os dias de hoje, a existência de cargas magnéticas - de monopolos magnéticos - na natureza. Eis pois que surge a questão: qual a causa primária responsável pelos fenômenos magnéticos observados na natureza? A resposta é simples: cargas elétricas em movimento, ou seja, correntes elétricas.

Quando duas partículas eletricamente carregadas encontram-se estáticas no referencial adotado, há entre elas uma interação de natureza puramente elétrica. Caso apenas uma delas esteja em movimento retilíneo uniforme, ainda haverá entre elas apenas uma interação de natureza elétrica. Contudo, colocando-se ambas em movimento retilíneo uniforme, observar-se-á no referencial adotado que, além da interação elétrica entre as mesmas, uma nova forma de interação - a interação magnética - far-se-á presente. As cargas foram colocadas em movimento retilíneo uniforme por simplicidade, havendo entre as mesmas interação magnética mesmo no caso em que estas encontrem-se aceleradas, desde que ambas, contudo, apresentem velocidades não nulas. A escolha de sistemas envolvendo apenas cargas em movimento retilíneo uniforme é geralmente assumida quando estuda-se o magnetismo em virtude de que em sistemas envolvendo cargas elétricas aceleradas haverá ainda um terceiro fenômeno envolvido: a emissão de ondas eletromagnéticas. Tal fenômeno resume-se geralmente na seguinte sentença: "cargas elétricas aceleradas irradiam". A necessidade de se considerar as interações oriundas da radiação presente em tais sistemas certamente torna-os mais complexos, sendo estes estudos no contexto do eletromagnetismo.

O estudo dos fenômenos associadas à interação magnética em sistemas envolvendo apenas cargas elétricas em movimento retilíneo uniforme - ou em sistemas onde a quantidade total de onda eletromagnética irradiada pode ser desprezada - é geralmente designado por magnetostática.

Em essência, todo magnetismo conhecido atrela-se de alguma forma à presença de cargas elétricas em movimento. Mesmo em ímãs naturais, materiais onde não verifica-se a presença de correntes macroscopicamente mensuráveis em suas estruturas, tal afirmação é valida. O magnetismo em ímãs naturais e demais materiais magnéticos associa-se à cinemática das cargas elétricas - prótons e elétrons, com destaque para os últimos - presentes em suas estruturas microscópicas, ou seja, nos átomos que os compõem. Em essência, em vista dos modelo atômicos de Rutherford-Bohr para o átomo, os elétrons movem-se em órbitas em torno do núcleo - produzindo por tal cada qual um efeito magnético. Mesmo em vista do modelo mais moderno para o átomo - o modelo atômico dos orbitais - derivado de avanços na compreensão da mecânica quântica, tal afirmação ainda é plenamente válida. As propriedades magnéticas de um material são decorrentes da forma como os diversos dipolos magnéticos oriundos das correntes elétricas em suas estruturas atômicas se combinam entre si, tanto em nível interno ao próprio átomo - o que se refere sobretudo à interação magnética entre si dos elétrons que o estruturam - como entre um átomos e seus demais vizinhos. Há de se considerar também em qualquer dos modelos citados que o magnetismo associado a uma partícula carregada em particular, seja esta próton ou elétron - não se deve apenas ao seu movimento relativo no referencial adotado. Há também, de grande relevância à análise do comportamento magnético - e da própria estruturação do átomo como descrito - o momento magnético intrínseco de cada partícula, este diretamente correlacionado ao spin - ao momento angular intrínseco - da referida partícula. É sabido que associar o momento angular intrínseco de uma partícula ao movimento de rotação desta sobre seu eixo não é um dos melhores modelos para se explicar tal propriedade - mesmo porque partículas como o elétron não têm dimensão experimentalmente resolvida (o elétron é até o memento literalmente um ponto) - contudo este modelo serviria de base para justificar a correlação entre os momentos angular e magnético intrínsecos das partículas carregadas: uma partícula carregada que gira sobre si implica carga elétrica em movimento circular e, por tal, em campo magnético. Partículas carregadas como elétrons e prótons são, por si só, pequenos dipolos magnéticos, e os efeitos magnéticos destes são fundamentais tanto à compreensão da estrutura do átomo como do comportamento magnético da matéria como um todo.

Fonte: RT-TV

Curiosidades sobre o eletromagnetismo

O obscuro universo do átomo

Mistérios científicos sem solução

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sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Imagens apocalípticas de Chernobyl filmadas por um dron



O desastre nuclear de Chernobyl há 28 anos continua a atrair a atenção da mídia e de observadores. O cineasta britânico Danny Cooke passou uma semana na cidade ucraniana para filmar um documentário sobre a tragédia.

A rede já pode ver as imagens do novo filme de Cooke, que foi gravada na cidade fantasma de Pripyat, usando uma câmera instalada em um dron. Na semana passada, o autor postou na internet uma pequena parte do material que tem chocado os internautas.

"Este ano eu visitei Chernobyl, onde trabalhei para o programa '60 minutos' da CBS News, disse Cooke. 

"Chernobyl é um dos mais emocionantes e perigosos lugares que já visitei. O desastre nuclear ocorrido em 1986 (um ano depois do meu nascimento) influenciou muitas pessoas, incluindo minha família, que na época morava na Itália. Eu não posso imaginar o quão terrível possa ter sido para as centenas de milhares de moradores que foram evacuados", diz o cineasta.

Veja as imagens no site da RT-TV

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Cinema 2.015 - Boychoir



Boychoir é um filme americano de  2014, um drama dirigido por François Girard e escrito por Ben Ripley. O filme é estrelado por Dustin Hoffman, Kathy Bates, Debra Winger, Josh Lucas.

Sinopse:

Stet, um órfão de 11 anos de idade, problemático e magoado, de uma pequena cidade do Texas, acaba entrando para American Boychoir, uma  elite das escola de música. Ele está de volta do  Nordeste após a morte de sua mãe. Completamente fora do seu ambiente, ele se encontra em um conflito com os Mestres, exigindo que reconheçam um talento único neste menino, motivando-o a descobrir o seu coração criativo e alma na música.

Produção:

Hoffman estrela Boychoir como o  mestre Carvelle, com Kathy Bates como diretora da escola; o diretor é François Girard, com roteiro de Ben Ripley. Originalmente, o elenco iria incluir Alfred Molina, mas ele deixou o projeto.  Em fevereiro de 2014, Debra Winger, Eddie Izzard, Kevin McHale, Josh Lucas, e os recém-chegados Garrett Wareing, Joe West, River Alexander e Grant Venable, juntaram-se ao elenco. Wareing interpreta um jovem que se junta ao grupo de meninos; Winger interpreta Odessa, diretora da escola do Texas para crianças; Izzard, substituindo Alfred Molina, vai interpretar Drake, braço direito do mestre do coro na escola; Lucas interpreta o pai ausente do menino. McHale vai interpretar um professor de música jovem que defende o menino e West, Alexander e Venable interpretam outros meninos do grupo.

Filmagens:

As filmagens começaram em fevereiro de 2014, em New York e em Stamford, New Haven e Fairfield, Connecticut, também na Universidade de Fairfield.

Elenco:

Dustin Hoffman as Carvelle

Kathy Bates

Debra Winger as Ms. Steel

Garrett Wareing as Stet

Eddie Izzard as Drake

Kevin McHale as Wooly

Josh Lucas

Joe West as Devon

River Alexander] as Rafael "Raffi" Abrams

Grant Venable as Andre

Directed by François Girard

Produced by Carol Baum

Judy Cairo

Jane Goldenring

Written by Ben Ripley

Starring:

Dustin Hoffman

Kathy Bates

Debra Winger

Music by Brian Byrne

Cinematography - David Franco

Edited by Gaetan Huot

Production

Informant Films

Data de lançamento:

5 de setembro 2014 (TIFF)

Em Março nos cinemas

Tempo de duração - 103 minutes

País - United States (EUA)

Língua - Íngles

Fonte: Wikipedia

Danny Collins

Cinderela

The Coup

The little boy

Jane got a gun

Song one

Ex machina

Grace de Mônaco

Blackhat

Vice

Mortdecai

sábado, 24 de janeiro de 2015

Dez melhores cidades para fazer festa



Depois de analisar 1.800 cidades através de portais de viagens, a GetYourGuide, em colaboração com a GoEuro, estabeleceu quais são as cidades mais divertidas do mundo em função de 11 fatores, entre eles os bares, atividades de lazer para adultos e o preço médio de uma cerveja.

01 - Barcelona - Espanha

02 - Hamburgo - Alemanha

03 - Moscou - Rússia

04 - Estambul - Turquia

05 - San Francisco - EUA

06 - Roma - Itália

07 - Berlim - Alemanha

08 - Londres - Reino Unido

09 - Paris - França

10 - NovA Iorque - EUA

Fonte: RT-TV

Cidades mais odiadas pelos turistas

Melhores cidades para ricos

Melhores cidades para trabalhar nos EUA

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Como é feito a lavagem de dinheiro




Investigações conduzidas pela Polícia Federal, como a operação Chacal e a operação Satiagraha, e pelo Banco Central brasileiro, conduzem a uma ligação do fundo Opportunity com esquemas de lavagem de dinheiro no Brasil. Dinheiro, adquirido através de atividades ilícitas, seria enviado para o exterior, a partir do Brasil, para paraísos fiscais, como as ilhas Cayman. Nestes paraísos fiscais, o dinheiro era depositado em contas de empresas estrangeiras, abertas em nomes de laranjas, que depois investiam no Opportunity Fund. O dinheiro já então legalmente registrado voltava para o Brasil, como investimento em empresas brasileiras. Um exemplo de empresa que participaria deste esquema é a Forpart S/A, da qual o Opportunity Fund detém 66% das ações. A Forpart S/A investiu fortemente na área de telefonia no período da privatização do sistema Telebrás, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso.

Comentário: Lembrando que todas as pessoas ricas do Brasil lavavam dinheiro, evitando o pagamento de impostos. Empresas multinacionais sempre se valeram de fundações criadas por elas, além de laranjas que nem tinham conhecimento do que poderia estar acontecendo.

A mudança no sistema político Brasileiro fez com que a direita passasse a combater o mesmo sistema já utilizado por eles. Como a esquerda ficou mais tempo que o previsto no poder, os empresários, lobistas, empreiteiros, banqueiros e redes de televisão, uniram-se a eles.

Muitos humoristas que posam de politicamente incorretos, atacam o governo de esquerda. Isso seria normal se eles fossem anarquistas, o que não são, mas o pior de tudo é quando atacam os comunismo e o socialismo, indiscriminadamente, sem conhecimento de causa e passando a ideia de que estão repetindo o que a burguesia está dizendo, como piadas racistas e ideologias de direita. Isso acontece muito quando um humorista conta uma piada e não consegue explicá-la, nem mesmo quando é processado.

Durante a investigação do Banestado (Banco do Estado do Paraná), esquema corrupto que envolveu o então governador do Paraná, Jaime Lerner e o poderoso presidente da assembléia Aníbal Khury, a quantidade de milionários, artistas e jogadores de futebol lavando dinheiro foi tão grande que foi preciso interromper a investigação, sob o risco de ter de fechar o País, tamanho o escândalo.

Também vale sempre a pena repetir que se a Justiça Federal é fraca, a justiça estadual é do colarinho branco e s justiça municipal não existe. Isso faz com que mafiosos prefiram começar a "carreira" em pequenos municípios comandados por coronéis e apoiados por deputados e senadores em troca de vostos, para mais tarde se apresentarem nos grandes centros.

Comentário by Jânio

Fonte: Wikipedia

Paraísos fiscais da máfia brasileira

A máfia no Brasil

A máfia do asfalto

O paraíso no inferno

Máfia do metrô

Julgamento do mensalão

Privataria tucana

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Paralisia do sono




Paralisia do sono é uma condição caracterizada por uma paralisia temporária do corpo imediatamente após o despertar ou, com menos frequência, imediatamente antes de adormecer.
Fisiologicamente, ela é diretamente relacionada à paralisia que ocorre como uma parte natural do sono REM, a qual é conhecida como atonia REM. A paralisia do sono ocorre quando o cérebro acorda de um estado REM, mas a paralisia corporal persiste. Isto deixa a pessoa temporariamente incapaz de se mover. Além disso, o estado pode ser acompanhado por alucinações hipnagógicas.
Com frequência, a paralisia do sono é vista pela pessoa afligida como nada mais do que um sonho. Isto explica muitos relatos de sonhos nos quais as pessoas se vêem deitadas na cama e incapazes de se mover. As alucinações que podem acompanhar a paralisia do sono tornam mais provável que as pessoas que sofram do problema acreditem que tudo não passou de um sonho, já que objetos completamente fantasiosos podem aparecer no quarto em meio a objetos normais.

Os sintomas da paralisia do sono incluem:
Imobilidade: Ocorre pouco antes da pessoa adormecer ou imediatamente após despertar. A pessoa não consegue mover nenhuma parte do corpo, nem falar, apesar de exercer, por vezes, controle mínimo sobre certas partes do corpo (como boca, olhos e mãos) e sobre a respiração. Esta paralisia é a mesma que acontece quando uma pessoa sonha. O cérebro paralisa os músculos para prevenir possíveis lesões, já que algumas partes do corpo podem se mover durante o sonho. Se uma pessoa acorda repentinamente, o cérebro pode pensar que ela ainda está dormindo, e manter a paralisia.
Percepções: São alucinações experienciadas pela pessoa paralisada, que, por assimilarem-se aos sonhos, acabam sendo confundidas com os mesmos. Como o a consciência durante esses eventos não é plena, não é possível determinar exatamente o que é real e o que não é. Algumas pessoas relatam visões e sons estranhos, outras a sensação peso no peito, como se alguém ou algum objeto pesado estivesse pressionando-o. Há também aqueles que relatam terem saído do corpo, ou até "flutuado".
Estes sintomas podem durar de alguns poucos segundos até vários minutos e podem ser considerados assustadores para algumas pessoas.

A paralisia do sono acontece durante o período de sono REM, o que previne assim movimentos corporais. Muito pouco se sabe sobre a fisiologia da paralisia do sono. Entretanto, já foi sugerido que ela pode estar relacionada à inibição pós-sináptica de neurônios motores na ponte do tronco cerebral. Particularmente, níveis baixos de melatonina podem interromper a despolarização em atividade nos nervos, a qual previne o estímulo dos músculos. Essa melatonina está ligada ao consumo excessivo de bananas em um certo horário do dia, entre 14h00 e 20h00, ou pelo menos 5 horas antes de dormir ou 3 horas depois de acordar.
Vários estudos concluíram que a maioria das pessoas experimentará a paralisia do sono pelo menos uma ou duas vezes em suas vidas.
Muitas pessoas que frequentemente passam pela paralisia do sono também sofrem de narcolepsia. Alguns estudos sugerem que existem vários fatores que aumentam a probabilidade da ocorrência de paralisia do sono e de alucinação. Eles incluem:
indução consciente da paralisia (que também é uma técnica comum para entrar em um estado de sonho lúcido ou projeção da consciência),
agenda de sono irregular (cochilos e/ou privação do sono),
stress elevado,

mudanças súbitas no ambiente ou na vida de alguém
um sonho lúcido que imediatamente precede o episódio
sono induzido através de medicamentos como anti-histaminas e
nível elevado de cansaço.

Fonte: Wikipedia

Vida noturna

O mistério do sonambulismo

A obscura natureza da mente humana

O que uma pessoa com epilepsia sente

Epilepsia - Quando a mente tem um ataque

  O despertar para a superconsciência


  • Sonhos Lúcidos

  • Lado obscuro da mente

  • Pesadelos reais

  • Significado dos Sonhos
  • sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

    Vencedores do Globo de Ouro 2.015



    Melhor filme – Drama
    “Boyhood”
    “Foxcatcher”
    “O Jogo da Imitação”
    “Selma”
    “A teoria de tudo”
    Melhor filme – Comédia ou musical
    “Birdman”
    “O grande hotel Budapeste”
    “Caminhos da floresta”
    “Pride
    “Um santo vizinho”
    Melhor atriz – Drama
    Jennifer Aniston (“Cake”)
    Felicity Jones (“A teoria de tudo”)
    Julianne Moore (“Still Alice”)
    Rosamund Pike (“Garota exemplar”)
    Reese Witherspoon (“Livre”)
    Melhor ator – Drama
    Steve Carell (“Foxcatcher”)
    Benedict Cumberbatch (“O jogo da imitação”)
    Jake Gyllenhaal (“O abutre”)
    David Oyelowo (“Selma”)
    Eddie Redmayne (“A teoria de tudo”)
    Melhor atriz – Comédia ou musical
    Amy Adams (“Big eyes”)
    Emily Blunt (“Caminhos da floresta”)
    Helen Mirren (“A 100 passos de um sonho”)
    Julianne Moore (“Mapa para as estrelas”)
    Quvenzhané Wallis (“Annie”)
    Melhor ator – Comédia ou musical
    Ralph Fiennes (“O grande hotel Budapeste”)
    Michael Keaton (“Birdman”)
    Bill Murray (“Um santo vizinho”)
    Joaquin Phoenix (“Vício inerente”)
    Christoph Waltz (“Big eyes”)
    Melhor ator coadjuvante
    Robert Duvall (“O juiz”)
    Ethan Hawke (“Boyhood”)
    Edward Norton (“Birdman”)
    Mark Ruffalo (“Foxcatcher”)
    J.K. Simmons (Whiplash”)
    Melhor atriz coadjuvante
    Patricia Arquette (“Boyhood”)
    Jessica Chastain (“A Most Violent Year”)
    Keira Knightley (“O jogo da imitação”)
    Emma Stone (“Birdman”)
    Meryl Streep (“Caminhos da floresta”)
    Melhor diretor
    Wes Anderson (“O grande hotel Budapeste”)
    Ava Duvernay (“Selma”)
    David Fincher (“Garota exemplar”)
    Alejandro González Iñárritu (“Birdman”)
    Richard Linklater (“Boyhood”)
    Melhor roteiro
    Wes Anderson (“O grande hotel Budapeste”)
    Gillyan Flinn (“Garota exemplar”)
    Alejandro González Iñárritu (“Birdman”)
    Richard Linklater (“Boyhood”)
    Graham Moore (“O jogo da imitação”)
    Melhor animação
    “Operação Big Hero”
    “Festa no céu”
    “Os Boxtrolls”
    “Uma aventura Lego”
    “Como treinar seu dragão 2″
    Melhor filme estrangeiro
    “Força Maior” (Suécia)
    “Gett: The Trial of Viviane Amsalem” (França)
    “Ida” (Polônia)
    “Leviatã” (Rússia)
    “Tangerines” (Estônia)
    Melhor trilha original
    Johann Johannsson – “A teoria de tudo”
    Alexandre Desplat – “O jogo da imitação”
    Trent Reznor & Atticus Ross – “Garota exemplar”
    Antonio Sanchez – “Birdman”
    Hans Zimmer – “Interestelar”
    Melhor canção original
    “Big Eyes” – “Big Eyes” (Lana Del Ray)
    “Glory” – “Selma” (John Legend, Common)
    “Mercy Is” – “Noé” (Patty SMith, Lenny kaye)
    “Opportunity” – “Annie”
    “Yellow Flicker Beat” – “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1″ (Lorde)

    Televisão

    Melhor série de TV – Drama
    “The affair”
    “Downton Abbey”
    “Game of thrones”
    “The good wife”
    “House of cards”
    Melhor série de TV – Musical ou comédia
    “Girls”
    “Jane the virgin”
    “Orange is the new black”
    “Silicon valley”
    “Transparent”
    Melhor atriz em série de TV – Drama
    Claire Danes (“Homeland”)
    Viola Davis (“How to get away with murder”)
    Julianna Margulies (“The good wife”)
    Ruth Wilson (“The affair”)
    Robin Wright (“House of cards”)
    Melhor ator em série de TV – Drama
    Clive Owen (“The Knick”)
    Liev Schreiber (“Ray Donovan”)
    Kevin Spacey (“House of cards”)
    James Spader (“The blacklist”)
    Dominic West (“The affair”)
    Melhor atriz em série de TV – Comédia ou musical
    Lena Dunham (“Girls”)
    Edie Falco (“Nurse Jackie”)
    Julia Louis-Dreyfus (“veep”)
    Gina Rodriguez (“Jane the virgin”)
    Taylor Schilling (“Orange is the new black”)
    Melhor ator em série TV – Comédia ou musical
    Louis C.K. (“Louie”)
    Don Cheadle (“House of lies”)
    Ricky Gervais (“Derek”)
    William H. Macy (“Shameless”)
    Jeffrey Tambor (“Transparent”)
    Melhor minissérie ou filme para TV
    “Fargo”
    “The Missing”
    “The normal heart”
    “Olive Kitteridge”
    “True detective”
    Melhor atriz em minissérie ou filme para a TV
    Maggie Gyllenhaal (“The honorable woman”)
    Jessica Lange (“American horror story”)
    Frances Mcdormand (“Olive Kitteridge”)
    Frances O’Connor (“The missing”)
    Allison Tolman (“Fargo”)
    Melhor ator em minissérie ou filme para a TV
    Martin Freeman (“Fargo”)
    Woody Harrelson (“True detective”)
    Matthew McConaughey (“True detective”)
    Mark Ruffalo (“The normal heart”)
    Bob Thornton (“Fargo”)
    Melhor atriz coadjuvante em série, minissérie ou filme para TV
    Uzo Aduba (“Orange is the new black”)
    Kathy Bates (“American horror story”)
    Joanne Froggatt (“Downton Abbey”)
    Allison Janney (“Mom”)
    Michelle Monaghan (“True detective”)
    Melhor ator coadjuvante em série, minissérie ou filme para a TV
    Matt Bomer (“The normal heart”)
    Alan Cumming (“The good wife”)
    Colin Hanks (“Fargo”)
    Bill Murray (“Olive Kitteridge”)
    Jon Voight (“Ray Donovan”)

    quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

    Indicados para o Oscar 2.015



    Melhor filme
    Boyhood: Da Infância à Juventude
    Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
    Sniper Americano
    O Grande Hotel Budapeste
    O Jogo da Imitação
    A Teoria de Tudo
    Selma
    Whiplash: Em Busca da Perfeição
     
    Atriz
    Felicity Jones, A Teoria de Tudo
    Julianne Moore, Para Sempre Alice
    Rosamund Pike, Garota Exemplar
    Reese Witherspoon, Livre
    Marion Cotillard, Dois Dias, Uma Noite
    Ator
    Steve Carell, Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
    Bradley Cooper, Sniper Americano
    Michael Keaton, Birdman
    Eddie Redmayne, A Teoria de Tudo
    Benedict Cumberbatch, O Jogo da Imitação
    Atriz coadjuvante
    Patricia Arquette, Boyhood
    Keira Knightley, O Jogo da Imitação
    Emma Stone, Birdman
    Meryl Streep, Caminhos da Floresta
    Laura Dern, de Livre
    Ator coadjuvante
    Robert Duvall, O Juiz
    Ethan Hawke, Boyhood
    Edward Norton, Birdman
    Mark Ruffalo, Foxcatcher: Uma História que Chocou o Mundo
    J.K. Simmons, Whiplash: Em Busca da Perfeição
    Diretor
    Alejandro González Iñárritu, Birdman
    Richard Linklater, Boyhood
    Wes Anderson, O Grande Hotel Budapeste
    Bennett Miller, Foxcatcher
    Morten Tyldum, O Jogo da Imitação
    Filme estrangeiro
    Ida (Polônia)
    Leviatã (Rússia)
    Tangerines (Estônia)
    Timbuktu (Mauritânia)
    Relatos Selvagens (Argentina)
    Animação
    Operação Big Hero
    Os Boxtrolls
    Como Treinar o Seu Dragão 2
    Song of the Sea
    O Conto da Princesa Kaguya
    Melhor roteiro original
    Birdman, Alejandro González Inarritu, Nicolas Giacobone, Alexander Dinelaris Jr.
    Boyhood, Richard Linklater
    Foxcatcher, E. Max Frye e Dan Futterman
    O Grande Hotel Budapeste, Wes Anderson
    O Abutre, Dan Gilroy
    Melhor roteiro adaptado
    Whiplash, Damien Chazelle
    Sniper Americano, Jason Hall
    A Teoria de Tudo, Anthony McCarten
    O Jogo da Imitação, Graham Moore
    Vício Inerente, Paul Thomas Anderson
    Canção original
    Glory, John Legend e Common (Selma)
    Everything Is Awesome, Shawn Patterson (Uma Aventura Lego)
    Lost Stars, Gregg Alexander e Danielle Brisebois (Mesmo Se Nada Der Certo)
    I'm Not Gonna Miss You, Glen Campbell e Julian Raymond (Glen Campbell: I'll Be Me)
    Grateful, Diane Warren (Além das Luzes)
    Trilha sonora
    O Jogo da Imitação, Alexandre Desplat
    A Teoria de Tudo, Yohan Yohanson
    O Grande Hotel Budapeste, Alexandre Desplat
    Interstellar, Hans Zimmer
    Sr. Turner, Gary Yershon
    Documentário
    CitizenFour, de Laura Poitras
    A Fotografia Oculta de Vivian Maier, de John Maloof e Charlie Siskel
    Vietnã: Batendo em Retirada, de Rory Kennedy e Keven McAlester
    O Sal da Terra, Wim Wenders, Juliano Ribeiro Salgado e David Rosier
    Virunga, de Orlando von Einsiedel
    Fotografia
    Birdman ou (A Inesperada Virtude da Ignorância)
    O Grande Hotel Budapeste
    Ida
    Sr. Turner
    Invencível
    Figurino
    O Grande Hotel Budapeste
    Vício Inerente
    Caminhos da Floresta
    Malévola
    Sr. Turner
    Montagem
    Sniper Americano
    Boyhood
    O Grande Hotel Budapeste
    O Jogo da Imitação
    Whiplash
    Maquiagem e penteado
    Foxcatcher
    O Grande Hotel Budapeste

    Guardiões da Galáxia
    Direção de arte
    O Grande Hotel Budapeste
    O Jogo da Imitação
    Interstelar
    Caminhos da Floresta
    Sr. Turner
    Efeitos visuais
    Capitão América 2: O Soldado Invernal
    Guardiões da Galáxia
    Planeta dos Macacos: O Confronto
    Interstelar
    X-Men: Dias de um Futuro Esquecido
    Curta-metragem
    Aya
    Boogaloo and Graham
    Butter Lamp (La Lampe au Beurre de Yak)
    Parvaneh
    The Phone Call
    Animação curta-metragem
    The Bigger Picture
    The Dam Keeper
    Feast
    Me and My Moulton
    A Single Life
    Documentário curta-metragem
    Crisis Hotline: Veterans Press 1
    Joanna
    Our Curse
    The Reaper (La Parka)
    White Earth
    Edição de som
    Sniper Americano
    Birdman
    O Hobbit: A Batalha dos Cinco Exércitos
    Interstelar
    Invencível
    Mixagem de som
    Sniper Americano
    Birdman
    Interstelar
    Invencível
    Whiplash
    Efeitos especiais são o que há de mais comercial na premiação do Oscar, já que esta premiação é teoricamente mais voltada fator artístico. Além dos efeitos especiais, som e canção são outras categorias com relevância comercial.

    A ausência de filmes estrangeiros, restritos a uma categoria, demonstra o protecionismo dos americanos, lembrando filmes que fizeram sucesso antes de serem lembrados pela academia, como foi o caso de cidade de Deus.

    Eu poderia citar tantos filmes que ficaram fora da lista que a premiação perderia toda a importância - talvez seja por isso que a maioria considera uma vitória ser indicado. Basta uma pequena pesquisa na intenet para descobrirmos grandes filmes que deveriam estar na lista.

    Eu nem deveria citar Luc Besson, já que eu sou um grande fã dele, entretanto, Lucy foi um dos melhores filmes que eu assisti em 2.014. 
    Continuando com a categoria de Efeitos Especiais, podemos notar como a Marvel aparece forte nesse quesito técnico - o que não é nenhuma surpresa - surpresa foi ver a DC fora do páreo, não dá para negar que "O Homem de Aço" seja um ótimo filme.
    Quem diria que X-men um dia apareceria numa categoria que já chamou a atenção do mundo inteiro com Terminator 2?
    Comentários: By Jânio
    Veja alguns filmes que ficaram fora:
    Open Window

    Two night stand

    Believe me

    The riot club

    The Equalizer

     Desaster L.A 

    No good deed

    Falcon rising

    O príncipe

    Life after Beth

    Into the storm

    All is by my side

    The November Man

    Drácula Untold

    Into the Woods

    O Hobbit III - A batalha dos cinco exércitos

    O Hobbit III - A batalha dos cinco exércitos
     Tomorrowland

    Exodus - Gods and kings

     The hunger games

    This is where I leave you

    If I stay

    Green inferno

    Dark places

    Lets be cops

    The giver

    O destino de Júpiter

    Lucy

     Get on up

     Blended

    Jersey boys

    The signal

    Transformers - A era da extinção

    Million dollar arm

    The amazing spider man

    Walk of shame

    The love punch

    Brick mansions

    Cinema 2.014 - Noé

    Perfect sisters

    In the blood

    Earth to echo

    A long way down

    Better living through chemistry

    Sabotage

    Bad country

    Bad Words

    Inatividade Paranormal 

    Divergente

    Invertigo

    Endless love

    Welcome to Yesterday

    After the Dark - Depois do Apocalipse

    A arte do roubo

    The legend of Hercules

    Mindscape - Filmes 2.014

    Capitão América - Soldado Invernal

    Stallone - Ajuste de contas

    Maze runner - Correr ou morrer

    Need for speed

    Refém da paixão

    O sétimo filho

    Os mercenários 3

    A menina que roubava livros

    Map to the Stars

    Before I Go to Sleep

    Planeta dos macacos 2.014

    300 - Rise of an Empire

    X-men - Dias de um futuro esquecido

    Robocop 2.014

    Mad Max 4

    Sin City 2 - Dame to Kill For

    Avatar 2 - Notícias

    Capitão América - Soldado Invernal

    Interstellar - Curiosidades do filme

    Enemies closer

    Pompéia

    Vampires Academy - Irmãs de sangue

    3 Days to Kill

    Nom Stop - Sem escalas

    Under the skin

    Cinema 2.014 - Oculus