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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

É mais fácil ganhar dinheiro que doar




"É mais difícil gastar o dinheiro que ganhá-lo", disse Jack Ma, um dos homens mais ricos da China e do mundo, em uma palestra sobre caridade para estudantes da Universidade de Pequim.

"Os empresários devem usar o dinheiro principalmente para investir", disse Ma, que é fundador e CEO da empresa de comércio on-line Alibaba. "Não está certo empresários doarem dinheiro sem primeiro criarem postos de trabalho e riquezas", acrescentou, de acordo com o site  Pessoas.

Em sua opinião sobre caridade, o ato de doar, em si, não é bom e nem mal.

Sobre a questão das doações na China, Ma acredita que atualmente o país carece de infra-estrutura, sistemas jurídicos e formação de pessoal no campo da caridade.
Ma foi criticado por não doar dinheiro para as vítimas das explosões que ocorreram em agosto em um armazém químico na zona portuária da cidade de Tianjin, no nordeste da China.

Sua atitude causou indignação nas redes sociais. Um internauta comentou no perfil de Jack Ma na Weibo (rede social chinesa): "Para um dos homens mais ricos da China, 100 milhões de yuan (15,6 milhões de dólares) não são nada além de números". Alguns até mesmo ameaçaram: "Se não fizer uma doação, deixarei de comprar no taobao.com" plataforma de comércio eletrônico da Alibaba.
Fonte : RT-TV

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Cidadãos humanológicos




Eu sempre pensei que um dia a alta sociedade iria sentir na pele a violência, os problemas sociais e passaria a influenciar as classes mais pobres rumo as mudanças, mas a guerra bipartidária impediu isso. Depois de quinhentos anos, com a evolução tecnológica e as informações em rede, a verdade se espalha numa velocidade maior que a manipulação.

Assim como os pobres estão bem informados, graças às tecnologias acessíveis e relativamente baratas, apesar de serem muito caras em relação aos outros países, além de apresentarem qualidade muito inferior, mesmo assim tem gerado mudanças. Enquanto a verdade atinge as camadas mais pobres, os donos do poder já estudam formas de enviar também a mentira.

A burguesia está se adaptando muito bem à violência. Eles conhecem a lei e sabem como burlar o sistema, enquanto os pobres não conhecem sequer os seus direitos, quanto mais os seus deveres e obrigações - quem mora debaixo da ponte, não se importa com isso.

Os ricos nunca irão para debaixo da ponte, aceitam com bom humor a ideia da prostituição disfarçada de assédio tolerado.

Todos os ricos andam armados e sabem que uma hora terão de atirar, não se importam com isso.

Enquanto isso, os policiais estão aterrorizados com a quantidade de marginais que desafiam o sistema e usam armas, mesmo sabendo do destino de pobre. Com a quantidade de policiais diminuindo e marginais aumentando, a polícia perde as boas maneiras e confunde-se com a pilantragem, tiroteios entre policiais tornam-se comuns.

Ficamos imaginando se os políticos não sentem isso na pele. De fato sentem, tanto que os políticos andam escoltados por quatro seguranças armados, dentro de carros blindados.

Os salários dos políticos são dez vezes maiores que os salários de celebridades. Se uma celebridade ganha 30 mil, um político ganha mais de 300 mil, além de mordomias, propinas e privilégios, sabem que suas contas estão aumentando em paraísos fiscais.

É curioso como o dinheiro vai para os infernos fiscais, enquanto os bandidos vem para o Brasil.

Isso acontece porque os bandidos sabem que estarão seguros aqui, entretanto, também sabem que não dá para confiar em ninguém por aqui, por isso, preferem manter seu dinheiro nos infernos.

Mesmo com a crise, os capitais podem migrar com liberdade de um inferno para outro, escapando de eventuais armadilhas econômicas regionais.

Mesmo que o Euro e o Dólar quebrem - já estão sendo sustentados de maneira artificial - a maior parte das riquezas estará segura nas mãos dos ricos. A parte das riquezas que se conhece dos novos Rothschilds, estão investidos em produtos que se mantem eternamente, como obras de arte, jóias e vinhos.

Os banqueiros mais famosos da história, atuais conselheiros, já não confiam mais no dinheiro. Enquanto isso, corre o boato que os americanos sustentam suas guerras através das drogas - não é a toa que a CIA informa, através do Wikileaks, que o narcotráfico dá estabilidade ao México.

Os russos estão entre os homens mais ricos do mundo, graças a indústria de armas de guerra. Como a Rússia não tem tanto mercado quanto os EUA, acredito que o seu próprio exército e  o da China, devam ser o destino dessas armas.

Os poderosos se armam e o povo é dominado, através de novelas e realities shows. China, Rússia, Cuba, estão entre os grandes mercados de novelas brasileiras.

Por outro lado, quem comanda o show é Holywood, ainda tentando ocultar verdades, divulgando mentiras que só são digeridas por quem tem o cérebro de mingau.

O mundo inteiro perdeu o interesse em divulgar os números da economia, dívida externa, PIB, desemprego, etc., mas nós sabemos que a situação não está boa. Brasil, Argentina e México, são as poucas alternativas que restam, apesar de muita gente se recusar a descer para o mundo dos pobres dos países elitizados.

Morrer já se tornou parte do jogo da vida, aqui no Brasil. Educados em frente das telas, as pessoas só pensam em matar, para esquecer que podem morrer.

By Jânio

Países mais pobres do mundo

Sistemas corrompem

Corporativismo midiático

Políticos que apoiaram o golpe de 64

Cidades com mais homicídios no planeta

PT acerta o próprio pé

O jogo do poder

Uma vergonha para os corruptos brasileiros

Arquivo vivo pode ser preso

Policial federal é assassinado

Marcos Valério é preso novamente

Daniel Dantas - A história da corrupção

Trinta anos de corrupção

Lula para governador

Carlinhos Cachoeira - culpado útil

Demóstenes torres é flagrado pela polícia federal

Privataria tucana

segunda-feira, 26 de março de 2012

Rothschilds III - A nova ordem



Desde o final do século 19, a família adotou um perfil discreto, doando muitas propriedades famosas, bem como vastas quantidades de arte, a caridade, mantendo o anonimato completo sobre o tamanho de suas fortunas, e geralmente evitando a divulgação de sua riqueza. Hoje, as empresas Rothschild estão em menor escala do que durante todo o século 19, apesar de abranger muitos setores, incluindo: Bancário, gestão de ativos, consultoria financeira, vinho e instituições de caridade.

Desde 2003, um grupo de bancos Rothschild tem sido controlado pela Holdings Rothschild, uma empresa holding suíça registrada (sob a presidência do Barão de Rothschild David René ). Holdings Rothschild por sua vez é controlada pela Concordia BV, um grupo holandês mestre. Concordia BV é gerida por Paris Orléans SA, uma holding francesa. Paris Orléans SA é finalmente controlado por Rothschild Concordia SAS, uma empresa  da familia Rothschild. Rothschild & Cie Banque controlam negócios bancários dos Rothschild na França e Europa continental, enquanto a Rothschilds Holdings AG controla bancos dos Rothschilds em outros lugares, incluindo NM Rothschild & Sons, em Londres. Vinte por cento da Rothschild Holdings AG foi vendida em 2005 para Jardine, que é uma subsidiária da Jardine, Matheson & Co. de Hong Kong. Em novembro de 2008, o Rabobank Group, investimentos e  bancos comerciais da Holanda, adquiriu 7,5% da Rothschild Holdings AG, Rabobank e Rothschild entraram em um acordo de cooperação nas áreas de Fusões e Aquisições (M & A), assessoria e Mercado de Capitais, com consultoria nos setores de alimentos e agronegócios. Acreditava-se que o movimento se destinava a ajudar a Rothschild Holdings a ter acesso a um mercado ainda maior de capital, ampliando sua presença nos mercados do Leste Asiático.

Paris Orléans SA é uma holding financeira cotada na Euronext Paris e controlada pelo ramo francês e Inglês da família Rothschild. Paris Orléans é o carro-chefe do Grupo de banqueiros Rothschild e controla as atividades do Grupo Rothschild do setor bancário, incluindo NM Rothschild & Sons e Rothschild & Cie Banque. Tem mais de 2000 funcionários. A administração da empresa incluem Eric de Rothschild, Robert de Rothschild, e Conde Philippe de Nicolay.

NM Rothschild & Sons, banco Inglês de investimento, faz a maior parte de seus negócios como uma conselheira de fusões e aquisições. Em 2004, o banco de investimento retirou do mercado de ouro, um investimento que banqueiros Rothschilds tinham negociado por dois séculos.  Em 2006, ficou em segundo lugar no Reino Unido M & A com negócios que totalizaram 104,9 bilhões dólares. Em 2006, registrou um lucro pré-imposto anual de £ 83.200.000, com ativos de £ 5,5 bilhões.

Hoje, o preço do ouro ainda está fixado, com cotações duas vezes por dia, às 10.30 horas e 03:00 nas instalações da NM Rothschild, para  Deutsche Bank, HSBC, ScotiaMocatta e Societe Generale. Informalmente, a fixação do ouro fornece uma taxa que é usado como referência para a maioria dos produtos de ouro e derivados em todo os mercados mundiais. Todos os dias às 10.30 e das 15.00 hora local, cinco representantes de bancos de investimento se encontram em uma pequena sala na sede da Rothschild em Londres, na pista do St Swithin. No centro está o presidente, que é por tradição nomeado pelo banco Rothschild, embora o próprio banco tenha em grande parte se retirado do comércio de ouro.

Em 1953, um membro suíço da família, Adolphe Edmond de Rothschild (1926-1997), fundou a LCF Rothschild Group (agora Edmond de Rothschild Grupo), com sede em Genebra, com € 100 bilhões em ativos, que hoje se estende a 15 países em todo o mundo. Embora este grupo seja essencialmente uma entidade financeira, especializada em gestão de ativos e private banking, suas atividades também cobrem a agricultura mista, hotéis de luxo, e iatismo. A grupo de Edmond de Rothschild está atualmente sendo presidido por Benjamin de Rothschild, filho do Barão Edmond.

No final de 2010, o Barão Benjamin de Rothschild disse que a família tinha sido afetada pela crise financeira de 2007-2010, devido às suas práticas conservadoras nos negócios: "Nós ficamos com eles  também, porque os nossos gestores de investimentos não querem colocar dinheiro em negócios malucos." Ele acrescentou que os Rothschilds estavam investindo em pequena escala, nos negócios tradicionais da família, e estão tomando mais cuidado com os investimentos de seus clientes do que as empresas americanas, acrescentando:. "O cliente sabe que não irá especular com o dinheiro dele"


O grupo Edmond de Rothschild  inclui essas empresas.

Banque Privée Edmond de Rothschild - empresa de bancos privados suíços

Compagnie Financière Edmond de Rothschild - banco privado francês

La Compagnie Benjamin de Rothschild

Cogifrance - imobiliária

Compagnie Vinicole Baron Edmond de Rothschild - empresa de Vinificação

Em 1980, Jacob Rothschild, Baron Rothschild se demitiu do NM Rothschild & Sons e assumiu o controle independente de Rothschild Investment Trust (hoje RIT Capital Partners, um dos maiores trustes do Reino Unido de investimento), que informou ativos de US $ 3,4 bilhões em 2008.  Ele está listado no London Stock Exchange. Lord Rothschild é também um dos grandes investidores por trás da BullionVault, uma plataforma de negociação de ouro.

A RIT concentra uma proporção significativa de seus ativos na forma de ouro físico. Outros ativos incluem petróleo e energia, relacionados com investimentos.

Em 1991, Jacob Rothschild, Baron Rothschild, fundou J. Rothschild Assurance Group (agora Place St. James ) com Sir Mark Weinberg. Ele também está listado no London Stock Exchange.

Em dezembro de 2009, Jacob Rothschild, Baron Rothschild, investiu US $ 200 milhões de seu próprio dinheiro em uma empresa de petróleo do Mar do Norte.

Em janeiro de 2010, Nathaniel Rothschild comprou uma parte substancial da Glencore de mineração e capitalização de mercado, da companhia petrolífera. Ele também está comprando uma grande parte da mineradora de alumínio Rusal.

Durante o século 19, os Rothschilds controlavam a Rio Tinto Mining Corporation, e até hoje, Rothschild e Rio Tinto mantem uma estreita relação de negócios.

Château Lafite Rothschild, de Bordeaux. Ao lado Château Mouton Rothschild, é talvez a mais prestigiosa das vinícolas dos Rothschilds.

Hoje a família Rothschild possui muitas propriedades produtoras de vinho: as suas propriedades na França incluem Château Clarke, Château Clerc Milon, Château d'Armailhac, Château Duhart-Milon, Château Lafite Rothschild, Château de Laversine, Château des Laurets, Château L'Evangile, Château Malmaison, o Château de Montvillargenne, Château Mouton Rothschild, Château de la Muette, Château Rieussec, Armainvilliers Château d'Rothschild. Eles também possuem propriedades de vinho na América do Norte, América do Sul, África do Sul e Austrália.

Nas palavras do Daily Telegraph : "Esta família bancário multinacional é sinônimo de riqueza, poder e discrição ... O nome Rothschild tornou-se sinônimo de dinheiro e poder, a um nível que nenhuma outra família já conseguiu antes."  Enquanto  o "The Independent" descreve "uma tradição ainda mais antiga. A capacidade da família para sustentar sua fortuna secreta, que especialistas do setor não conta apenas em bilhões, mas em trilhões, e mantê-la dentro da família, em segredo, tem sido uma marca dos Rothschilds há muito tempo". 

"Sim, meu caro, tudo isso equivale a isto: Para se fazer algo grande, primeiro você tem de ser grande, e eles tinham toda uma história de séculos atrás deles, a Casa de Rothschild é rica e tem exigido muito mais  do que apenas uma geração para alcançar tal riqueza. Essas coisas todas são muito mais profundas do que se pensa." - Johann Wolfgang von Goethe, outubro de 1828

Ao longo de mais de dois séculos, a família Rothschild tem sido frequentemente objeto de teorias da conspiração .  Essas teorias assumem formas diferentes, como afirmar que a família pertence ao Illuminati, controla a riqueza do mundo e as instituições financeiras, ou guerras incentivadas entre os governos. Para discutir isso e  outros pontos de vista semelhantes, o historiador Niall Ferguson escreveu: "Como vimos, no entanto, as guerras tendem a acertar o preço dos títulos existentes, aumentando o risco de que um Estado devedor seria suficiente para satisfazer os pagamentos de juros em caso de derrota e perdas de território. Em meados do século 19, os Rothschild tinham evoluído dos comerciantes em gestores de fundos, com cuidado, tendendo a sua própria carteira vasta de títulos do governo. Agora, tendo feito o seu dinheiro, eles estavam perdendo mais do que haviam ganhado de um conflito. Os Rothschilds tinham decidido o resultado da Guerras Napoleônicas, colocando o seu peso financeiro por trás da Grã-Bretanha. Agora eles iriam sentar-se à margem ". 








terça-feira, 20 de março de 2012

Rothschilds II - A história universal da riqueza



Nathan Mayer Rothschild inicialmente começou seu negócio em Manchester na Inglaterra, em 1806 e, gradualmente, mudou-se para Londres, onde atua hoje. Estabeleceu a NM Rothschild and Sons, em 1811. Em 1818 conseguiu um empréstimo de 5 milhões de libras para o governo da Prússia,  à emissão de títulos do governo, esse empréstimo foi um dos pilares do negócio de seu banco. Ele ganhou uma posição de poder tal na cidade de Londres que, de 1825-6 ele foi capaz de fornecer moeda suficiente para o Banco da Inglaterra, para habilitá-lo, evitando uma liquidez do mercado, crise.

"Eu não tenho coragem para suas operações, são bem planejadas, com inteligência e destreza na execução. Mas ele tinha o dinheiro e os fundos de que Napoleão precisava na guerra." - Barão Baring em "Nathan Rothschild".

Em 1816, quatro dos irmãos juntaram-se à nobreza, através do  imperador austríaco Francisco I, além disso, um quinto irmão, Nathan, foi elevado em 1818. Todos eles receberam o título austríaco de barão ou Freiherr em 29 de setembro de 1822. Como tal, alguns membros da família usaram "de" ou "von" Rothschild para reconhecer a concessão de nobreza. Em 1847, Sir Anthony de Rothschild foi condecorado barão do Reino Unido. Em 1885, à Nathan Mayer Rothschild II (1840-1915) da filial londrina da família, foi concedido o título de nobreza, título de Baron Rothschild no Pariato do Reino Unido.

O terminal da ferrovia Frankfurt Taunus, financiado pelos Rothschilds foi Inaugurado em 1840, foi uma das primeiras estradas de ferro da Alemanha.

Os negócios bancários da família Rothschild foram pioneiros da alta finança internacional, durante a industrialização da Europa e foram fundamentais no apoio a sistemas ferroviários de todo o mundo e no financiamento do complexo para projetos do governo, como o Canal de Suez. Durante o século 19, a família comprou uma grande parte da propriedade em Mayfair, Londres.

Grandes empresas do século 19 fundada com capital da família Rothschild incluem:

Alliance Assurance (1824) (hoje Royal & SunAlliance );

Chemin de Fer du Nord (1845)

A Rio Tinto mineradora (1873) (de 1880 em diante, os Rothschilds tinham total controle da Rio Tinto)

Eramet (1880)

Imerys (1880)

De Beers (1888)

A família financiou Cecil Rhodes na criação da colônia Africana de Rodésia. Do final dos anos 1880 em diante, a família assumiu o controle da mineradora Rio Tinto.

O governo japonês se aproximou dos familiares de Londres e Paris para financiamento durante a Guerra Russo-Japonesa. A questão consórcio de Londres de títulos japoneses, títulos de guerra, que totalizaram  mais de £ 11,5 milhões (em 1907 as taxas cambiais; £ 902.000.000 em 2012).

O nome de Rothschild tornou-se sinônimo de extravagância e grande riqueza, a família era conhecida pelo seu colecionismo, pelos seus palácios, bem como pela sua filantropia. Até o final do século, a família possuía, ou tinha construído, nas estimativas mais baixas, mais de 41 palácios, de escala e de luxo, talvez sem paralelo até mesmo pelas mais ricas famílias reais.  Para ser primeiro-ministro britânico Lloyd George alegou, em 1909, que Lord Nathan Rothschild era o homem mais poderoso da Grã-Bretanha.

Em 1901, sem herdeiro do sexo masculino, a Casa Frankfurt fechou suas portas, após mais de um século no negócio. por volta de 1989 a família voltou, quando NM Rothschild & Sons, braço de investimentos britânico, além do Banco Rothschild AG, a filial suíça, montaram um escritório bancário em Frankfurt.

Château de Ferrières , o maior Château do século 19, foi construído em 1854, a propriedade tem 30 km². Foi doada à caridade pela família em 1975.

Existem dois ramos da família ligado à França.

O primeiro era filho de James Mayer de Rothschild (1792-1868), conhecido como "James", que estabeleceu a Rothschild Frères, em Paris. Após as Guerras Napoleônicas, ele desempenhou um papel importante no financiamento da construção de ferrovias e as empresas de mineração que ajudou a fazer da França uma potência industrial. Filhos de James Gustave de Rothschild e Alphonse James de Rothschild, continuou a tradição bancária. A empresa empregava cerca de 2.000 pessoas e teve um volume de negócios anual de 26 bilhões de francos (US $ 5 bilhões em as taxas de câmbio de 1980).

Mas então os negócios de Paris sofreram um golpe que quase levaram Rothschild a falência, em 1982, quando o governo socialista de François Mitterrand estatizou e rebatizou- Compagnie Européenne de Banque. O Barão David de Rothschild, de 39 anos, em seguida, decidiu ficar e reconstruir, criando uma nova entidade Rothschild & Cie Banque, com apenas três funcionários e US $ 1 milhão em capital. Hoje, a operação de Paris tem 22 sócios e é responsável por uma parte significativa dos negócios globais. Gerações seguintes da família Rothschild Paris permaneceram envolvidos nos negócios da família, tornando-se uma grande força bancária de investimento internacional. Os Rothschilds, desde então, lideraram as tabelas da Thomson Financial League em fusão Investment Banking e tratam de negócios no Reino Unido, França e Itália.

James Mayer de Rothschild é outro filho, Edmond James de Rothschild (1845-1934) era muito engajado na filantropia e nas artes, e foi um dos principais defensores da sionismo. Seu neto, o barão Edmond de Rothschild Adolphe fundava, em 1953, o Grupo LCF Rothschild, um banco privado. Desde 1997, o Barão Benjamin de Rothschild preside o grupo. O grupo tinha € 100 bilhões de ativos em 2008 e possui muitas propriedades de vinho na França (Château Clarke, Château des Laurets), na Austrália ou no sul Africa. Em 1961, aos 35 anos de idade, Edmond Adolphe de Rothschild comprou a empresa Club Med, depois que ele visitou um resort e apreciou a sua estadia.  Seu interesse no Club Med acabou e foi vendido na década de 1990. Em 1973, ele comprou o Bank of California, vendendo os seus direitos em 1984, antes que o banco fosse vendido para o Banco Mitsubishi em 1985.

"Nenhum Rei tinha como pagar! Só podia pertencer a um Rothschild." - Wilhem I , Imperador da Alemanha, ao visitar Château de Ferrières.

O segundo ramo francês foi fundado por Nathaniel de Rothschild (1812-1870). Nascido em Londres, ele foi o quarto filho do fundador do ramo britânico da família, Nathan Mayer Rothschild (1777-1836). Em 1850, Nathaniel Rothschild se mudou para Paris, aparentemente para trabalhar com seu tio, James Mayer Rothschild. No entanto, em 1853, Nathaniel adquirido Château Brane Mouton, uma vinha em Pauillac, no setor Gironde. Nathaniel Rothschild renomeou a propriedade, Château Mouton Rothschild e se tornaria uma das marcas mais conhecidas no mundo. Em 1868,  o tio de Natanael, James Mayer de Rothschild, adquiriu o vizinho Chateau Lafite.


Em Viena, Salomon Mayer Rothschild estabeleceu um banco na década de 1820 e da família austríaca teve grande riqueza e posição. Um acidente de percurso de 1929 - Com problemas, Baron Louis von Rothschild tentou penhorar o Creditanstalt, o maior banco da Áustria, para evitar seu colapso. No entanto, durante a Segunda Guerra Mundial, tiveram que entregar o seu banco para os nazistas e fugir do país.

Seus palácios Rothschild -  Uma coleção de grandes palácios construídos em Viena e de propriedade da família, foram apreendidas, saqueadas e destruídas pelos nazistas. Os palácios eram famosos pelo seu tamanho, e pelas suas enormes colecções de pintura, armaduras, tapeçarias e estátuas (alguns dos quais foram restituídos ao Rothschilds pelo governo austríaco em 1999). Todos os membros da família escaparam do Holocausto, alguns deles tiveram de se mudar para os Estados Unidos, e só regressaram à Europa depois da guerra. Em 1999, o governo da Áustria decidiu devolver para a família Rothschild, cerca de 250 tesouros de arte, saqueados pelos nazistas e absorvida em museus do estado após a guerra.

A CM de Rothschild & Figli arrumou empréstimos substanciais para os Estados Pontifícios e vários reis de Nápoles além do Ducado de Parma e ao Grão-Ducado da Toscana. No entanto, na década de 1830, Nápoles se aliou a Espanha, afastando-se gradualmente da emissão de obrigações convencionais, que começou a afetar o crescimento do banco e da lucratividade. A unificação da Itália em 1861, com o declínio da aristocracia italiana que se seguiu e que tinham sido os principais clientes da  Rothschild,  indicava o fechamento de seu banco de Nápoles, devido às previsões de queda de longo prazo a sustentabilidade do negócio, no entanto, no início do século 19, a família Rothschild de Nápoles construiu relações estreitas com o Banco do Vaticano , e a associação entre a família e o Vaticano continuou até o século 20. Em 1832, quando o Papa Gregório XVI foi visto atendendo Carl von Rothschild, os observadores ficaram chocados ao verem que Rothschild não era obrigado a beijar os pés do Papa, como foi, então, exigido para todos os outros visitantes do Papa, incluindo os monarcas.

"... Rothschilds são os guardiões do tesouro papal." - Enciclopédia Judaica , 1901-1906, vol. 2, p.497

A Solidariedade judaica na família não era homogênea. Alguns Rothschilds apoiavam o sionismo, enquanto outros membros da família se opunham à criação do Estado judeu. Alguns acreditavam que isso encorajaria os anti-semitas a questionar as identidades nacionais existentes de judeus assimilados em todo o resto do mundo.

Em 1917, Walter Rothschild, 2 º Barão Rothschild era o destinatário da Declaração de Balfour à Federação Sionista , que comprometia o governo britânico para o estabelecimento, na Palestina, de um lar nacional para o povo judeu. Mais tarde, Senhor Victor Rothschild teria sido contra concessão de asilo ou até mesmo ajudar a refugiados judeus durante o Holocausto.

Após a morte de James Jacob de Rothschild em 1868, Alphonse de Rothschild, seu filho mais velho, que assumiu a gestão do banco da família, foi o mais forte aliado no apoio a Israel.  Os arquivos da família Rothschild  mostram que durante a década de 1870 a família contribuiu com cerca de 500.000 francos por ano em nome dos judeus do Leste. ao Israélite Alliance Universelle. Barão Edmond James de Rothschild, James Jacob de Rothschild filho mais novo, foi um patrono do primeiro estabelecimento na Palestina, Rishon-LeZion, e comprou, a partir de peças otomanas, propriedades que hoje compõe a atual Israel. Em 1924, ele estabeleceu a Associação da Colonização Palestina judaica (PICA), que adquiriu mais de 125.000 acres (22,36 km²) de terra e criaram empreendimentos empresariais. Em Tel Aviv, ele tem uma rua, Rothschild Boulevard, com o nome depois dele, assim como várias localidades em toda Israel, que ajudou na fundação, incluindo Metulla, Ya'akov Zikhron, Rishon Lezion e Rosh Pina. Um parque em Boulogne-Billancourt, Paris, o Parc Edmond de Rothschild (Edmond de Rothschild Park) é também o nome de seu fundador. Os Rothschilds também desempenharam um papel significativo no financiamento de infra-estrutura governamental de Israel, James A. de Rothschild financiou o edifício Knesset, como um presente para o Estado de Israel e o edifício da Suprema Corte de Israel que  foi doado à Israel por Dorothy de Rothschild.

Fora a Câmara do Presidente que é exibida na carta da Sra. Rothschild que escreveu ao então vigente, o primeiro-ministro Shimon Peres, expressando sua intenção de doar um novo edifício para o Supremo Tribunal Federal.

Entrevistado pelo jornal Haaretz em 2010, o Barão Benjamin de Rothschild, membro da família suíça de banqueiros, disse que apoiou o processo de paz: "Eu entendo que é um negócio complicado, principalmente por causa dos fanáticos e extremistas - e eu estou falando sobre ambos os lados. Acho que tem fanáticos em Israel... Em geral eu não estou em contato com os políticos, falei uma vez com Netanyahu. Eu o conheci uma vez, com um ministro das Finanças de Israel, mas quanto menos que me junto com os políticos, melhor eu me sinto ."

Sobre o tema da identidade religiosa, afirmou que ele mantinha uma atitude de mente aberta: "Nós fazemos negócios com todos os tipos de países, incluindo países árabes [...] o namorado de minha filha mais velha é um árabe. Ele é uma grande pessoa e, se ela resolver se casar com ele, ela poderá casar".

Fontes: Wikipedia

A nova ordem mundial

Os pais das guerras modernas

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

O mapa dos ricos do Brasil



O Brasil sempre foi rico, sempre foi uma das maiores potências econômicas do mundo, apesar disso, nós nunca conheceemos de fato as riquezas de nosso país, nem acreditávamos nele. A maioria dos sociólogos afirmam que é impossível apresentar uma boa gestão, sem uma boa educação.

Todos os países emergentes apresentam esses problemas, a desigualdade social é uma característica da Rússia, Brasil, China, Índia e África do Sul. Também é verdade que há um boicote econômico camuflado contra nosso país das maravilhas.

Podemos notar esse boicote através dos juros exorbitantes que o FMI cobra do Brasil, enquanto os países  ricos, mesmo quebrados economicamente, tem uma taxa bem menor, destacando a nossa fama de caloteiros.

Eu só não entendi uma coisa: Porque os países ricos não ajudaram a Argentina, se esse país apresenta um dos melhores índices de desenvolvimento humano do mundo? Será que havia interesse em afetar o Brasil, através da quebra da Argentina?

A Argentina foi um caso bizarro de descaso da comunidade internacional com um país, e sobreviveu, graças a benevolência de seu maior algoz, o império do Brasil, que manteve-se firme em seus negócios com o país do qual dependemos de algumas matérias primas, como o trigo.

Ultimamente, a revista Forbes tem tido um interesse muito grande no país, e não é sem motivo, pela primeira vez o Brasil vira destaque como o paraíso dos ricos e não só dos mafiosos, se bem que são quase a mesma coisa, quando o sistema torna-se elitizado.

Segunda a revista Forbes, dezenove novos milionários surgem em média no país todo dia, desde 2007, o responsável por essa façanha não poderia ser outro senão o setor econômico-financeiro.

Os brasileiros em geral, de nada sabem. Os escravos não tem o direito de saber da vida financeira de seus senhores.

Segundo  a revista, o salário de diretores financeiros, principalmente diretores bancários, costuma ser de cerca de cento e cinquenta mil reais ao ano, mas seus patrões tem sido generosos, com bônus  de dez vezes esse valor, podendo ultrapassar um milhão de reais.

Eu já havia notado a forma como nossos ambiciosos executivos mudam de emprego, principalmente CEOs de empresas de tecnologia, mas é a primeira vez que vi um raio-x de nossos ricos, inclusive seus salários.

Além do PIB, que sempre foi muito alto no Brasil, para a sorte dos infernos fiscais, o que tem chamado a atenção do mundo inteiro é a alto do consumo no país, enquanto o G-7 agoniza. Sabemos que o país é auto-sustentável, mas essa força do país nunca havia ficado tão evidente.

A entrada das maiores franquias imobiliárias no país, também demonstrou qual é o setor que os estrangeiros pretendem investir mais, já que o mercado financeiro está sobrecarregado de impostos aos estrangeiros.

O mercado imobiliário ainda apresenta a vantagem de subfatutarmento e super-faturamento, onde é possível compensar a alta carga de impostos cobradas no país. Lembrando que esse é um investimento a longo prazo, ou seja, o Brasil está com a faca e o queijo na mão, esperamos que a faca seja usada para cortar o queijo, naturalmente.

Com aproximadamente 137 mil milionários, uma classe de consumidores que desperta o interesse internacinal, além dos 30 bilionários que mantém o sistema elitizado, concentrando 70% das riquezas no eixo Rio-São Paulo, e que poderia assustar os brasileiros, isso se eles sobessem o que realmente está acontecendo, nós podemos observar o topo da pirâmide bilderberg brasileira.

Acontece que os cerca de 137 mil milionários brasileiros não passam de empregados de luxo, com um salário bem abaixo do mercado internacional, isso explica o porque de suas frequentes mudanças de emprego.

Entre os bilionários, não espere encontrar PC-Farias, ele já morreu, Chico Lopes, governadores aposentados, Sílvio Santos, Chico da Fossa, Renan Calheiros, José Sarney e outros ambiciosos políticos corruptos que circulam pela internet, como o desaparecido paranaense, Jaime Lerner. Você poderá até encontrar Paulo Maluf nessa lista, mas, de um modo geral, nosso leão é bravo só com os fracos, mas é covarde com os fortes.

By Jânio

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