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domingo, 7 de agosto de 2016

Rússia está fora dos jogos paraolímpicos de 2.016



Nielmar de Oliveira - Repórter da Agência Brasil

O Comitê Paralímpico Internacional (IPC) anunciou hoje (7), em entrevista coletiva de representantes do Comitê Rio 2016, que, por envolvimento com doping, todos os atletas russos serão banidos dos Jogos Paralímpicos do Rio 2016, que serão iniciados dia 7 de setembro.

A decisão unânime do IPC (sigla em inglês do Comitê Paralímpico) foi tomada neste domingo (7), depois da divulgação do relatório Mclaren, que revelou todos o esquema de doping envolvendo os atletas olímpicos da Rússia.

Posteriormente, as investigações comprovaram que o esquema de dopagem patrocinado pelo próprio governo russo envolvia também os atletas paralímpicos. As autoridades olímpicas russas terão prazo de 21 dias para recorrer da decisão.

Saiba Mais
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A decisão foi tomada a partir da análise das evidências e durante a oitiva da defesa russa, quando o IPC considerou o Comitê Paralímpico da Rússia incapaz de garantir o cumprimento da legislação antidoping para seus atletas, o que tornaria a disputa paralímpica desigual frente a atletas de outros países.

Ao anunciar a decisão, o presidente do IPC, Philip Craven, ressaltou a unanimidade da decisão do conselho. “Os membros do IPC decidiram, por unanimidade, considerar a federação russa inelegível e incapaz de cumprir as resoluções do órgão. Como resultado, resolvemos suspender o Conselho Paralímpico Russo, que assim perde todos os seus direitos, inclusive de inscrever atleta paralímpicos”.

A partir da divulgação do relatório McLaren, as autoridades do IPCA resolveram aprofundar as investigações e passaram a levantar informações também sobre os atletas paralímpicos. A partir deste aprofundamento, e diante dos fatos levantados, chegaram à conclusão que o esquema de dopagem patrocinado pelo Estado havia se estendido também às modalidades paralímpicas.

Segundo Craven, foram dadas todas as condições para que o Comitê Russo pudesse se defender. “Mas não posso esconder minha decepção e tristeza com o fato de que o Estado [russo] promoveu um esquema de dopagem que se estendeu tanto aos esportes olímpicos quanto aos paralímpicos”.

“São fatos doloridos e um ataque a todos os atletas que jogam limpo. O sistema antidoping da Rússia está quebrado, corrupto e totalmente comprometido. Tudo que observamos vai contra o espirito do esporte e contra tudo que as Paralímpiadas representam. Não tínhamos outra alternativa”, lamentou o dirigente.

Edição: Armando Cardoso

Agência Brasil

Momento em que ginasta quebra a perna

O vexame de Temer nas Olimpíadas

Brasil ganha primeira medalha nas Olimpíadas 2.016

sábado, 25 de julho de 2015

Esporte de pobre


Há um ditado que diz: "Pobre só vai para frente quando a polícia corre atrás".

Essa frase expressa bem algumas modalidades olímpicas dos jogos pan-americanos de Toronto. Enquanto a natação saiu com dez medalhas de ouro dos jogos, o atletismo sonha em conseguir pelo menos dez medalhas de prata. É sobre a sina do atletismo que trata este texto, a sina de pessoas pobres.

Infelizmente a  Rede Record, talvez inspirada pelas igrejas pentecostais, não tenha contado as histórias destas pessoas pobres, como várias outras tvs fizeram durante décadas. Histórias policiais bizarras parecem ter o script pronto, então, por que não pegar as histórias prontas?

O que ninguém sabe é que as tristes histórias dos atletas olímpicos também já estão anunciadas. Basta conversarmos dez ou quinze minutos com algum maratonista ou outro atleta para conhecermos suas histórias.

Em meio a tanto sofrimento, alguns brasileiros sonham em acertar na loteria ou na tele-sena, sem notar os bilhões que saem da Caixa Econômica ou outros bancos públicos, através de contatos políticos. Vamos relembrar alguns desses casos famosos de sucesso, em meio ao sofrimento do esporte.

Robson Caetano - foi o primeiro atleta do país a se consagrar na prova mais veloz do atletismo. Além de representar o país muito bem nas olimpíadas, também ajudou a elevar o nível da modalidade nos jogos pan-americanos.

Robson Caetano ficou famoso por denunciar a falta de apoio dos atletas que só eram reconhecidos quando se  tornavam celebridades. Devido aos seus discursos inflamados, hoje ele é um dos comentaristas mais disputados pelas TVs, um dos mais bem pagos também.

Joaquim Cruz - durante muito tempo foi considerado o único atleta brasileiro detentor de recorde olímpico. Mas a vida nem sempre foi assim tão alegre para ele.  

Joaquim Cruz sofreu na pele a falta de apoio e  quando finalmente ganhou a tão sonhada medalha de ouro solitária nas olimpíadas, foi-lhe oferecido um prêmio em dinheiro. Além de recusar o dinheiro, sugeriu que o dinheiro fosse oferecido a quem não havia conquistado nenhuma medalha, deixando claro a sua mágoa pela injustiça com os atletas.

Mais tarde, Joaquim ainda chamou a atenção para a aparência bombada de alguns atletas olímpicos, deixando claro que a tecnologia anti-doping estava perdendo feio para as drogas farmacológicas utilizadas pelos atletas. 

Zequinha Barbosa - entre os ganhadores de medalhas mais famosos, Zequinha talvez seja o que mais tenha sofrido com a falta de reconhecimento, mesmo sendo um dos melhores do mundo em sua modalidade.

O ensino de línguas avançou muito no país, nota-se pela quantidade de brasileiros que fazem sucesso lá fora, a natação deixa bem claro esse perfil mais elitizado dos atletas olímpicos, já o atletismo continua sofrendo e vivendo de milagres para poder participar, exceto aqui no Rio, quando todos poderão viajar até de bicicletas.

Esporte de competição por equipes vivem uma realidade bem diferente, alguns conseguem até jogar em dois campeonatos simultaneamente. O vôlei até conseguiu um descendente olímpico, o vôlei de praia, além de chegar a competir com o futebol em número de praticantes.

Entre as equipes, o handebol foi uma das modalidades que mais evoluíram nos últimos anos, apesar de ser ensinado e praticado pelas escolas normais.

Lembrando que o Brasil, por ser sede, terá direito a ter um esporte especial local de exibição.

By Jânio

O que os jogos pan-americanos nos mostram

Medalhas de ouro ganhas pelos brasileiros na primeira semana


sexta-feira, 6 de junho de 2014

Cinema 2.014 - The hunger games III




The Hunger Games: Mockingjay - Parte 1. Jogos Vorazes 3: Mocking Jay - Parte I - é um filme americano de ficção científica de 2014 dirigido por Francis Lawrence, com roteiro de Peter Craig e Danny Strong. É a primeira parte dessa terceira sequência da franquia baseada no romance Mockingjay, o último livro da trilogia Jogos Vorazes, escrita por Suzanne Collins. O filme é estrelado por Jennifer Lawrence, Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Julianne Moore, Jeffrey Wright, Donald Sutherland e Philip Seymour Hoffman. É a sequência de The Hunger Games: Catching Fire e uma segunda parte, The Hunger Games: Mockingjay - Part 2. O filme entrou para a lista dos mais aguardados de 2.014, segundo a Fandango.

A fotografia principal de ambas as partes do filme começou em 23 de setembro de 2013, em Atlanta, antes de se mudar para Paris para duas semanas de filmagens, e está previsto para terminar em junho, em Berlim, Alemanha.

Sinopse:

"O fenômeno mundial de The Hunger Games  continua a partir do mundo em chamas com The Hunger Games: Mockingjay - Part 1, que encontra Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) no Distrito 13, depois de literalmente destruir os jogos para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e os conselhos de seus amigos de confiança, Katniss luta para salvar Peeta (Josh Hutcherson) e uma nação movida por sua coragem."

O filme está programado para ser lançado em 21 de novembro de 2014 nos Estados Unidos.

Elenco:

Jennifer Lawrence como Katniss Everdeen:

Aos 17 anos de idade do Distrito 12 e vencedora dos 74th Hunger Games, ela se torna uma heroína relutante e símbolo de esperança para o país, depois de sobreviver em The Hunger Games 2: Catching Fire. Em sua personagem, Lawrence disse: "Ela está em um mundo diferente. Acorda no Distrito 13 e tem de se ajustar a uma vida completamente nova". O Diretor Francis Lawrence disse que  a personagem dela agora é parecido com o filme anterior, apenas "intensificaram" e que "ela está em pânico, e não consegue dormir. Em sua relação com os outros personagens, o Diretor disse que Katniss "se sente traída por Haymitch e Plutarcch. Ela também se sente perdida sem Peeta", e por causa disso", ela está muito, muito frágil e muito, muito zangada." O roteirista Peter Craig disse que "todo mundo está esperando por ela, na esperança de que ela esteja viva. Eles estão apostando nela para mudar o mundo. Enquanto ela tenta entender o que está acontecendo, e assume esta nova identidade fora da arena". A Produtor Nina Jacobson disse que "emocionalmente, Katniss é traída. Ela é uma estrangeira em uma terra estranha. Ela sabe que as pessoas estão olhando para ela, esperando por uma mudança, e esse é o momento em que ela percebe que não pode ficar parada sem fazer nada. Snow fez demais. Houve muita decepção, e as pessoas como Katniss adoram estar em perigo. Ela vai fazer o que for preciso para mantê-los seguros.

Josh Hutcherson como Peeta Mellark:

Junto com Victor nos 74h Hunger Games, ele é capturado no final de The Hunger Games: Catching Fire e "perde a memória" depois de ter sido torturado.  Hutcherson diz que ele "sempre pensou que o arco que Peeta carrega é realmente incrível em toda a série" e que  o personagem de Peeta, "desde o princípio é um rapaz tão vulnerável, e literalmente torturado,  submetido a um tipo de sofrimento pessoal, tanto que ele transforma em Mockingjay, uma espécie  incrível ".  Membro do elenco, Jeffrey Wright disse que está interessado em ver a jornada de Peeta realizado "porque ele essencialmente interpreta um cara, um guerreiro que está tentando lidar com PTSD e entre outras coisas.

Liam Hemsworth como Gale Hawthorne:

O melhor amigo de Katniss do Distrito 12 e, agora, um soldado no Distrito 13. Ele é uma das poucas centenas de sobreviventes após os atentados de seu distrito. Hemsworth disse sobre o papel de Gale, em comparação com os filmes anteriores, "o que eu posso dizer é que Gale tem a maior parte do conteúdo no terceiro livro e é quando você começa a vê-lo encarando tudo. Você vê parte do que aconteceu durante os primeiros dois livros,  como ele é apaixonado por isso, e ele começa a entrar no terceiro livro. Gale é uma grande parte da revolta"

Woody Harrelson como Haymitch Abernathy

Um homem de meia-idade, barrigudo e alcoólatra, ele é um dos únicos três vencedores do Distrito 12. Agora, sob o comando do Distrito 13, ele é forçado a ir ao abrigo de desintoxicação, pois não é permitido o consumo de álcool. Ele já não tem a confiança de Katniss, depois que ele quebra sua promessa de salvar Peeta antes dela.

Elizabeth Banks como Effie Trinket

Anteriormente, a representante do Distrito 12, ela agora é uma rebelde no Distrito 13. Enquanto seu personagem não aparece  até o final. O diretor Francis Lawrence revela que ele ampliou seu papel nos filmes", Ela está de volta! No livro, Fulvia basicamente substitui ela. Mas como alguém pode substituir Elizabeth Banks como Effie Trinket nesses filmes? Quando  a autora, Suzanne Collins, viu Catching Fire, ela ligou e um das primeiras coisas que disse foi: 'Não há como Effie Trinket não estar nos filmes Mockingjay. Effie traz aconchego, diversão e leveza para essas histórias obscuras. Ela é o peixe fora d'água e os fãs vão amar como ela se adaptou ao mundo do Distrito 13".

A Produtora Nina Jacobson acrescenta que o raciocínio de Effie para ajudar a rebelião é "por motivos pessoais, e não por razões políticas" e que "ao contrário de Plutarco, ela tem de ser convencida a ajudar. Ela não quer ser parte da revolução".

Philip Seymour Hoffman como Plutarco Heavensbee:

Um dos líderes da rebelião que residem no Distrito 13, ele lidera e levando à rebelião nos bastidores do Capitólio durante os 75th Hunger Games, fingindo trabalhar para o Presidente Snow como Chefe Gamemaker e ajuda a Katniss e alguns outros a escapar da arena. Hoffman diz que "seu trabalho torna-se muito diferente. A história torna-se muito diferente e todo mundo vai ver o que acontece". O Diretor Francis Lawrence esclarece sobre o papel da personagem como uma pessoa boa e que "nem todo mundo que cresce no Capitólio é uma pessoa má. Este é o filme onde Phil [Seymour Hoffman] nos mostra quem ele realmente é, e ele é ótimo no filme, acertando em cheio no senso de humor e manobras políticas de Plutarco".

Julianne Moore como Presidente Alma Coin:

A presidente do Distrito 13 e a líder da rebelião. Moore era um grande fã da série de livros:  "li todos os livros para ver como eu seria". Eu queria estar neste filme." Certamente Coin seria o único papel que eu poderia interpretar". Descrevendo sua personagem nos livros, ela diz: "Coin é muito moderadamente descrita, porque você não sabe quem ela é, porque ela é apresentada através do ponto de vista de Katniss. Katniss imediatamente desconfia dela, às vezes. Uma pessoa jovem que irá desconfiar de uma pessoa mais velha, cuja situação eles não estão familiarizados ou em posição de autoridade."  O Diretor Francis Lawrence disse que "a visão singular da Coin para unir todos os distritos em uma rebelião em massa não é uma tarefa fácil, especialmente quando a maioria dos distritos não têm ideia que o Distrito 13 ainda existe. Seu relacionamento com Katniss é muito complicado também, porque Katniss desconfia de todo mundo neste momento. Julianne Moore tem feito um trabalho incrível, ajudando a moldar o caráter".

O roteirista Peter Craig diz que a interpretação de Moore sobre Coin  é preenchido com tal inteligência "e calor, que qualquer um gostaria de ser fiel ao personagem que ela criou."

Donald Sutherland como Presidente Coriolanus Snow:

Ele é o presidente tirânico de Panem e tem uma afinidade por rosas brancas. Sutherland compara batalha mortal de Snow com Katniss a um caso de amor", porque casos de amor muitas vezes começam com pessoas que odeiam uns aos outros - a atração é tão forte e profunda", diz ele. "Isso vai continuar até que tudo termine. Snow só tende a melhorar." Diretor Francis Lawrence diz que "tudo o que acontece nesta história leva ao antagonista, razão pela qual o Presidente Snow é tão vital.

Natalie Dormer como Cressida

Diretora residente do Capitólio, ela foge ao lado de seu assistente, Messala, para o Distrito 13 para se juntar à rebelião na esperança de acabar com o controle do Presidente Snow de Panem. Dormer raspou metade da cabeça para o papel, mas originalmente pretendia raspar toda a cabeça. Ela disse que discutiu o assunto com Francis Lawrence e "eu aceitei o trabalho na premissa de que, possivelmente, rasparia toda a minha cabeça. Na verdade, estou muito contente que foi só a metade porque eu acho que tem mais a ver com o Capitólio... e é daí que Cressida vem. Ela vem do Capitólio, então ela tem essa coisa estilizada acontecendo, agora  que ela virou rebelde. Eu acho que é a coisa certa para o personagem".  Sobre as semelhanças entre Cressida e o personagem que ela interpreta em Game of Thrones, Margaery Tyrell, ela disse que Cressida "é usada pela rebelião com uma capacidade que nós reconhecemos como PR e propaganda, conquistando corações e mentes na guerra civil. E sim, o que Margaery faz é propaganda moderna. Então, sim, haveria uma semelhança entre os dois personagens, que são astutos na manipulação da mídia".

Sam Claflin como Finnick Odair

Trident vencedor do 65th Hunger Games, ele escapa a partir do terceiro quarto ao lado de Katniss e outros rebeldes e busca refúgio no Distrito 13. Ele está angustiado, desequilibrado e é incapaz de se concentrar em outra coisa senão sua namorada Annie Cresta, que foi capturada pelo Capitol durante a fuga. Claflin disse que Finnick desde o último filme tem "sido deixado em uma situação muito, muito triste e perturbadora. Ele perdeu sua esposa e não sabe de onde ela está. Ele começa em um lugar muito angustiante para ele, no início de Mockingjay. Ele então embarca em uma viagem infernal".

O Diretor Francis Lawrence diz que mesmo que ele "tenha a aparência, a beleza, o corpo, o charme",  não foram fatores decisivos no personagem de Claflin. Foi "a sua profundidade emocional. Porque eu sempre soube onde o personagem Finnick ia, e o que nós estávamos aprendendo sobre ele, como as histórias progredindo, isso me chamou a atenção no Sam".

Robert Knepper como Antonius

Ministro do Presidente Snow.  Seu personagem não aparece nos livros e foi adicionado na adaptação. Knepper diz, durante a sua audição, que ele leu mas sabe que  não é o que ele vai acabar fazendo, acrescentando que "eles [Lionsgate] são muito discretos sobre isso".

Além disso, Stanley Tucci, Willow Shields, Jeffrey Wright, Jena Malone, Meta Golding, Paula Malcomson, todos irão reprisar seus papéis como Caesar Flickerman, Primrose Everdeen, Beetee Lantier, Johanna Mason, Enobaria e Sra. Everdeen respectivamente. Stef Dawson interpreta Annie Cresta, a namorada de Finnick do Distrito 4, que é capturada pelo Capitólio.  Evan Ross interpreta Messala, assistente de diretor de Cressida. Gwendoline Christie retrata a Comandante Lyme, o líder da rebelião no Distrito 2,  e Patina Miller retrata a Comandante Paylor, a líder da rebelião no Distrito 8. Mahershala Ali foi escalado como Boggs, o braço direito de Coin, enquanto Wes Chatham retrata Castor e Elden Henson interpreta seu irmão, Pollux, que é um avox, alguém que tinha a sua língua cortada pelo Capitólio.

Ficha Técnica:

Directed by Francis Lawrence

Produced by:

Nina Jacobson

Jon Kilik

Screenplay by:

Danny Strong

Peter Craig

Baseado em Mockingjay

de Suzanne Collins

Starring:

Jennifer Lawrence

Josh Hutcherson

Liam Hemsworth

Woody Harrelson

Elizabeth Banks

Julianne Moore

Jeffrey Wright

Jena Malone

Sam Claflin

Philip Seymour Hoffman

Stef Dawson

Donald Sutherland

Willow Shields

Music by James Newton Howard

Cinematography Jo Willems

Editing by:

Alan Edward Bell

Mark Yoshikawa

Studio: Color Force

Distributed by Lionsgate

Data de lançamento

November 15, 2014 (Brazil)

November 20, 2014 (United Kingdom)

País - United States EUA

Língua inglesa

Orçamento $250 million (incluindo o segundo filme)

Fonte: Wikipedia

Cinema 2.014

This is where I leave you

If I stay

Green inferno

Dark places

Lets be cops

The giver

O destino de Júpiter

Lucy

 Get on up

 Blended

Jersey boys

The signal

Transformers - A era da extinção

Million dollar arm

The amazing spider man

Walk of shame

The love punch

Brick mansions

Cinema 2.014 - Noé

Perfect sisters

In the blood

Earth to echo

A long way down

Better living through chemistry

Sabotage

Bad country

Bad Words

Inatividade Paranormal 

Divergente

Invertigo

Endless love

Welcome to Yesterday

After the Dark - Depois do Apocalipse

A arte do roubo

The legend of Hercules

Mindscape - Filmes 2.014

Capitão América - Soldado Invernal

Stallone - Ajuste de contas

Maze runner - Correr ou morrer

Need for speed

Refém da paixão

O sétimo filho

Os mercenários 3

A menina que roubava livros

Map to the Stars

Before I Go to Sleep

Planeta dos macacos 2.014

300 - Rise of an Empire

X-men - Dias de um futuro esquecido

Robocop 2.014

Mad Max 4

Sin City 2 - Dame to Kill For

Avatar 2 - Notícias

Capitão América - Soldado Invernal

Interstellar - Curiosidades do filme

Enemies closer

Pompéia

Vampires Academy - Irmãs de sangue

3 Days to Kill

Nom Stop - Sem escalas

Under the skin

Cinema 2.014 - Oculus


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Games proibidos




Afinal de contas, o entretenimento é culpado pela decadência da sociedade ou é a sociedade que é responsável pela decadência do entretenimento?

Essa polêmica vai muito além do conhecimento do povo e a maior parte desses segredos são conhecidos no submundo do poder, com direito a conspiração pela nova ordem mundial, sociedades secretas e muitos, muitos interesses financeiros envolvidos. Nem vídeo game escapa.

Depois de ultrapassar a indústria do cinema em lucratividade,  os jogos eletrõnicos tornaram-se o alvo de estudos apurados, censura e casos de polícia.

Vejam os dez mais polêmicos da histórias.

10 - Fear Effect 2

Uma das séries mais perturbadoras do PSOne. O primeiro chegava a incluir uma viagem pelo inferno, onde você encontrava formas demoníacas de pessoas que você conheceu.

Fear Effect 2 promoveu um encontro lésbico entre a protagonista e Hana em um elevador.

09 - Fatalities (Mortal Kombat)

O título já deixa bem claro o aspecto violento  do jogo, fatalities provocou revolta em muitos pais na década de 90.

08 - Hot Coffee (Grand Theft Auto: San Andreas)

Deixou a mídia e os políticos em polvorosa. Neste mini-game escandaloso (inacessível durante todo o jogo, poucas pessoas conseguiam desbloqueá-lo). Hot Coffee era uma forma de dizer sexo.

07 - Nudez (BMX XXX)

Esse jogo procura combinar duas paixões dos americanos, peitos e motos, em um único jogo. Proibido em PS2, o jogo sofria com a censura, enquanto deixava os fãs do jogo inconformados, apesar de alguns poucos terem assistido pela Nintendo.

06 - Cena de estupro de Pyramid Head (Silent Hill)

Assustador e preocupante, despertou rumores de que a cena seria cortada na versão mais recente em HD.

05 - Assassinato real (Manhunt)

Apresentou uma das formas mais realistas de matar e recebeu muitas críticas por parte dos políticos e da mídia, que diziam que Manhunt fazia apologia ao crime. Naturalmente, nenhum político conseguiu chegar até o último nível, onde um homem obeso, e nu, luta com uma motosserra e usa uma máscara de porco.

04 - Voyeurismo (Night Trap)

Enquanto joga, você vê mulheres animadas através de câmeras ocultas. Os políticos disseram que Night Trap incentivava o sequestro e tortura de mulheres, mesmo que o objetivo do jogo seja salvá-las.

03 - Racismo (Resident Evil 5)

A interminável série Resident Evil inevitavelmente chegaria a África, e essa foi uma boa desculpa para que um tema  contemporâneo viesse a tona, racismo.

02 - Gropinf First-Person (Far Cry 3)

Apesar da crítica não ter notado o lado polêmico desse jogo, lançado em véspera de feriado, o jogo possui a cena mais completa de sexo da história dos games.

01 - No Russian (Call of Duty: Modern Warfare 2)

O Título polêmico parece não ter abalado as vendas, pelo contrário, apenas manteve o jogo no centro das atenções.

Oscar dos games 2.009

Top loiras do cinema

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

O que os jogos panamericanos nos mostram



A primeira semana dos Jogos Panamericanos de Guadalahara não surpreenderam, os países com os melhores PIBs se destacaram.

O Brasil tem ganhado muito prestígio nesse grupo que lhe é de direito, como a sétima maior economia do mundo, e uma sociedade extremamente elitizada, representando, portanto, uma elite esportiva de nossa sociedade. O desempenho brasileiro poderá melhorar, já que apenas cinquenta por cento dos homens pratica algum tipo de esportes, contra vinte e sete por cento das mulheres.

O esporte vem sendo usado como uma ferramenta de publicidade política há muito tempo, principalmente em Cuba. Antes disso, o próprio Adolf Hitler fazia uso desse tipo de publicidade.

Eu não sei o que seria do patriotismo brasileiro se não fossem os nossos atletas, apesar disso, o povo está aprendendo a separar as máfias políticas do esporte.

Normalmente, as celebridades esportivas não costumam participar dos Jogos Panamericanos. Países como os EUA enviam apenas equipes B, reservando os atletas mais fortes para torneios mundiais e olimpíadas.

Sendo assim, a política acabou sendo responsável por promover grandes disputas, como foi o caso do voleibol feminino, Brasil e Cuba. O Brasil com sua força máxima, inclusive o técnico José Roberto, o técnico mais inteligente do mundo.

No Brasil, o voleibol já disputa a preferência com o futebol, como o esporte mais praticado e admirado. No voleibol masculino, o Brasil já era considerado uma das equipes mais fortes do mundo, quando a equipe feminina ganhou sua medalha de ouro olímpica e passou a dividir essa posição.

No caso das velas, yatismo, a tradição veio de fora e encontrou no Brasil o ambiente ideal para crescer.

O esporte brasileiro enfrenta essa contradição, de um lado nós torcemos e nos identificamos com sua raça e sangue, por outro lado, nossos heróis precisam de patrocínio, política e capital. Nem o rei com seu ufanismo barato conseguiu convencer: "Nós precisamos ajudar as nossas criancinhas!"

Nosso maior medalhista panamericano, Thiago Pereira, é apenas um atleta de nível médio nas olimpíadas, pior, quando ele parar, teremos problemas para encontrar outro atleta do mesmo nível.

Os maiores mitos esportivos assistem a essas competições como aves de mau agouro, torcendo para não surgirem outros nomes que os apague da história, porque só há lugar para um na elitização do esporte.

Em meio a todos esses contras, surgem nossas rivalidades, que também se misturam com as conspirações políticas e econômicas. Nossa vitória contra Cuba, no voleibol feminino, mostrou que o capitalismo está mais forte e, nossa vitória contra a Argentina, esconde a nossa triste condição de sociedade subdesenvolvida, quando se trata de desenvolvimento humano.

O imperialismo americano continua no topo, como um aviso para quem desafiar a sua supremacia. Esperando uma saída para a crise mundial, mesmo que tenham que forjar outra guerra mundial para isso.

Na primeira semana, ainda não pudemos ouvir as tristes histórias do atletismo, boxe e outras modalidades que não escondem a sua miséria e poderiam estragar a festa logo no início das competições.

No início, pudemos assistir as glórias das forças armadas, no tiro, a beleza da ginástica rítmica, nosso campeão made in usa, Cesar Cielo. Além destes, o bilionário futebol e seu concorrente voleibol, faltou só o hipismo.

O país organizador do evento, o México, tem muito em comum com o Brasil, inclusive um megainvestidor, o que poderá globalizar a nossa miséria entre os países subdesenvolvidos. Por isso, nada mais cômodo que fazer a festa na primeira semana.

By Jânio