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domingo, 12 de janeiro de 2014

Noruega - A primeira população milionária do mundo




Cada cidadão da Noruega tornou-se recentemente milionário, pelo menos em teoria, devido ao maior fundo soberano do mundo, inflado pelo crescimento dos preços do petróleo.

Criado em 1990, o fundo de pensões mundiais arrecada parte das receitas provenientes da venda de petróleo e gás.  O sétimo maior exportador de petróleo do mundo investe esses recursos no exterior.

O fundo possui 1% das ações das bolsas mundiais, assim como bônus e títulos imobiliários de Londres à Boston.

O contador revelou no site do Banco Central que administra os fundos, disse que os valores já acumulam 5,11 bilhões de coronas (828.660 milhões de dólares), uma quantidade mais de um milhão de vezes maior que a população do país, que é de 5.096.300, segundo último levantamento.

Segundo o porta voz do Banco Central, Thomas Sevang, é a primeira vez que cada cidadão tem o equivalente a um milhão de coronas neste fundo.

Entretanto, esta riqueza permanecerá fora do alcance dos cidadãos, conservando-se em provisão (reservas) para tempos ruins, para eles e para as gerações futuras.

"O fundo é um sucesso no sentido de que o Parlamento  conseguiu economizar dinheiro  para o futuro. Há muitos exemplos de países que não o fizeram", comentou Oeystein Doerum, o diretor econômico do banco de investimento norueguês DNBMarkets, de acordo com a agência Reuters.

Fonte RT-TV

Comentários: A Noruega tem se destacado todos os anos como um dos países que apresentam os melhores índices de desenvolvimento humano (IDH) do mundo. De fato, para qualquer pessoa bem informada, a Noruega é o país dos sonhos, nem mesmo o ataque terrorista que chocou o mundo recentemente, foi suficiente para abalar a reputação desse país.

A Noruega não é uma exceção entre os países nórdicos, Dinamarca e Suécia são considerados países exemplares e são considerados os melhores países do mundo, quando o assunto é qualidade de vida.

Nesses países, os políticos são pessoas idealistas que ganham pouco e que são muito bem educados. As "maçãs podres" são facilmente retiradas, evitando que o resto seja comprometido - bem diferente do Brasil, onde as "maçãs boas" evitam entrar no meio das podres. O resultado disso é uma sociedade quase perfeita, um lugar onde as cadeias não tem mais utilidade.

Eu só faço minhas ressalvas quanto ao investimento externo. Há muitas formas de investimento interno garantido, não só em ouro e pedras preciosas, mas em vinho, obras de arte, etc. Tudo isso é suficiente para ajudar um país em momentos de crise, bem melhor que investir em ações ou imóveis no estrangeiro.

Aliás, o império britânico e os EUA tem me chamado a atenção.  Antes eu já via Hong Kong como uma ilha de progresso britânico, o progresso era tanto que nem a sua volta ao império chinês foi suficiente para abalar o seu progresso.

Países britânicos como Austrália e Canadá, dois dos melhores IDHs do mundo, dão uma ideia de como o império está melhor fora de sua capital, perfeito para investimentos milionários externos. Os EUA também tem vários paraísos fiscais protegendo o dinheiro de seus ricos cidadãos.

A sociedade de hoje é bizarra: a outrora adversária americana, a Rússia, é o seu maior credor - todos nós nos lembramos da quebra da economia russa. O credor americano mais curioso é o Brasil, que insiste em investir fora, com muito menos escrúpulos, já que não respeita nem a própria pátria mãe, quando o assunto é roubar.

Enquanto isso na África...

By Jânio

Ranking de países em IDH

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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Solução para incompetência política




Alguns fatos que vem acontecendo no Brasil, tem chamado a minha atenção. Trata-se de um problema crônico brasileiro, a incompetência da gestão pública.

A gestão pública tem uma forma perversa de interpretar os problemas sociais que vão desde o "se não vai nos incomodar, deixe para lá", até o "quanto menos populista, melhor", que poderia ser traduzido para: "quanto menos gastarmos com o povo, mais dinheiro sobra para ser roubado".

Isso é muito cruel pois esses problemas tendem a aumentar, até se tornarem insustentáveis.

Nas ruas de São Paulo e das capitais pelo Brasil, em baixo das pontes e nos morros do Rio. É bom que se diga que esses são os problemas mais claros, há muito descaso pelo país afora.

O tal crescimento dos BRICS chegou ao fim, graças a esses transtornos da infra-estrutura, presente em todos os países desse bloco econômico.

Geraldo Alkmin deixou bem claro que a taxa de criminalidade diminuiu justamente quando houve a crise de segurança, gerada pelo PCC, e ele estava certo. A organização do crime fez com que os trombadinhas pensassem muito, antes de ficar assaltando velhinhas aposentadas.

Quem mora embaixo das pontes, não tem como reivindicar melhorias - na realidade, nem tem mais como reivindicar, rezam pelo milagre da sobrevivência.

A cracolândia estava incomodando, desvalorizando os imóveis mas expulsar os usuários de crack só piorou o problema. Os usuários ameaçaram se espalhar pela cidade, sem nenhuma noção do que estava acontecendo, sem medo do risco a que se expunham, sem tratamento adequado.

Expulsar sem tetos de um terreno de um famoso banqueiro que estava preso, acabou com a reputação do PSDB, e isso não foi bom, não, precisamos de oposição forte. O bipartidarismo não é o ideal, mas a ditadura pose ser ainda pior.

Alguns vereadores de Espírito Santo criaram uma lei proibindo passageiros em pé, nos ônibus, aí, lembraram-se que o problema dos passageiros em pé era provocado pelos impostos altos, mas poderia ser um problema do cartel do transporte, espalhado por todas as regiões metropolitanas do país.

As prisões frequentes de bombeiros no Rio, invasões de favelas pelas forças armadas, mostram como o Brasil resolve problemas de infra-estrutura. A tropa de elite chamou a atenção do exército norte-americano, especializado em guerrilha urbana no oriente-médio.

Levando-se em conta que o BRICS quase provou que tudo que é errado pode dar certo, parece que a PPP entrou em crise. A velha estratégia de usar a taxa de juros para manipular a economia, não está mais dando certo. Acontece que para melhorar a economia é  preciso aumentar a concorrência, diminuindo os impostos.

Para diminuir os impostos, há duas alternativas: cortar custos, abandonando o povo à própria sorte, ou prender os pilantras que fazem negociatas com dinheiro brasileiro, diretamente de suas contas secretas, nos infernos fiscais.

Adivinhe o que eles irão fazer?

By Jânio

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