quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Organizando o crime




Continuando o texto de ondem, mas seguindo por uma linha de pensamento diferente, vou analisar uma triste tendência social brasileira,  o crescimento da marginalidade entre os doutores dos crime.

Dizem que os profissionais das áreas de Direito, CEO e jornalismo, estão no topo das profissões com mais casos de psicopatas, então, vamos analisar separadamente cada um deles?

Eu não acompanho o mercado de trabalho e muito menos a vida de nenhum CEO, mas tenho notado como eles mudam de empresa e a especulação em torno de seus salários é grande.

Já no caso dos jornalistas, é compreensível como um profissional que ganha um salário tão baixo, mesmo sendo tão importante, poderia se tornar um sociopata ou psicopata. Quem poderia suportar uma pressão tão grande por uma vaga na carreira de estagiário?

São os estagiários que se expõe na linha de frente, correndo o risco de se tornarem a manchete do dia.

Apesar de toda essa coragem, os jornalistas estão sob hierarquia rígida, ou seja, nada que contrarie os interesses da empresa na qual trabalham, deve ser divulgado. Lembrando de um dos pioneiros do jornalismo brasileiro: "Se você quer ter sua própria opinião, crie o seu próprio jornal."

Para sobreviver, jornalistas se envolvem com criminosos para ter o furo da notícia, como aconteceu no interior no Paraná, oeste do estado, ou como aconteceu com a amante de Renan Calheiros, que era o homem forte do presidente. Segundo alguns blogueiros de confiança, até FHC tinha a sua concumbina na área de comunicação.

A internet resolveu parte desses problemas, decretando o fim da hegemonia da Rede Globo. Nem o financiamento de outras redes de televisão, inclusive utilizando verbas destinadas a projetos populares, como foi o caso do escândalo do Panamericano, conseguiu recuperar a credibilidade e a reputação do jornalismo televisivo.

A tentativa de Censurar a internet também fracassou, já que os estúpidos burocratas nem fazem idéia da velocidade como a informação ocorre na rede, muito menos dos canais possíveis de serem veiculadas essas informações. Quanto mais censura, maior o escândalo.

Eu estou atento a degradação pela qual passa a área de direito, e eu não estou falando só das  faculdades caça-niqueis, muito menos do rígido e suspeito exame da OAB. A decadência do judiciário que pode atingir até mesmo o STF, também tem sido tratado em outros posts.

O fato que eu gostaria de ressaltar hoje, são dos advogados criminosos, suspeitos ou já condenados.

A mais nova integrante desse grupo, ainda não foi condenada, mas está numa encrenca terrível. Faz lembrar de outros casos famosos, onde foi feita a justiça das máquinas.

Vejam bem: reza a lenda que o culpado é sempre o mordomo, ou era, já que numa era de em que a sociedade repudia o preconceito contra pessoas que não podem se defender, isso não seria tolerado.

Mesmo assim, é o que acontece em sistemas elitizados onde, na falta de mordomos, procura-se novas vítimas, eu quero dizer, culpados.

Vale tudo: porteiro, governanta, doméstica, motorista, entregador de pizza, etc.

No caso da mais nova integrante desse grupo, a advogada e namorada do coronel Ubiratan, foi mais uma vez a câmera que flagrou a suspeita.

Além da frieza da assassina, caso ela fosse a culpada, devemos observar a capacidade que esses novos criminosos tem  para matar.

Segundo a câmera, ninguém entrou no prédio, entre o intervalo em que a suspeita entrou e a hora do crime, por isso, a defesa ficou complicada.

O coronel seria o comandante da polícia, na época da chacina do Carandiru, um dos maiores escândalos da história policial, quando centenas de presos foram assassinados a sangue frio. Ops...assim a história fica muito mais interessante.

Agora, eu me lembrei do caso da morte de Isabella Nardoni, onde apenas as câmeras poderiam fazer a justiça das máquinas. O delegado do caso cometeu suicídio, depois de ser denunciado como pedófilo.

Os Nardonis também conheciam a lei bem de perto, e acreditavam nela, apesar de terem sido condenados, devido a mobilização da sociedade.

No caso da advogada de São Paulo, que teria sido assassinada pelo ex-namorado e sócio, ficou comprovada uma regra básica em negócios: amor e negócios não se misturam. O suposto assassino também era advogado.

Mayara Petruso assombrou o país, ao ser flagrada fazendo comentários racistas no Twitter. A guerra racista já havia começado na época das eleições, mas ninguém foi tão estúpido de declarar seu racismo explicitamente - levando-se em conta que Mayara era advogada, um novo problema chamou-me a atenção, falta de vocação profissional, além da falta de educação, é claro.

Nenhum caso de doutores do crime poderia ser mais repugnante que os ministros depostos da presidente Dilma, a presidente só não caiu porque, assim como na época do mensalão, não havia interesse dos poderosos, banqueiros, redes de TVs, alto escalão da política, etc., em trocar o governo.

Para não dizer que eu não falei das flores, lembro o comentário de um falecido amigo: "O Brasil está mudando, você não nota porque não viveu a cinquenta ou sessenta anos atrás. Naquela época, não era possível nem comentar o que acontecia, agora, pelo menos já sabemos o que está acontecendo, quem são os criminosos."

Comentando a declaração do amigo falecido, eu diria que as câmeras tem revelado o caos pelo qual passa a nossa sociedade, infelizmente, a maioria não é identificada. Além disso, a tecnologia é implacável, demonstra a organização do crime e revela os criminosos e problemas de segurança, transporte, saúde, educação, etc.

Lembrando o comentário de um amigo empresário: "A melhor maneira de espantar os criminosos, é a luz. Criminosos sentem-se protegidos em ambientes obscuros e nisso as câmeras podem ajudar.

Ainda não dá para revelar os interesses e atos dos Bilderbergers, Rotchilds, banqueiros, CIA, infernos fiscais, etc., mas já podemos denunciar atos ilícitos de quem manda no mundo.

By Jânio

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