segunda-feira, 28 de julho de 2014

Tecnologias do mundo em 2.045




As multinacionais terão seus próprios exércitos; criminosos e terroristas terão acesso a drones e satélites espaciais cada vez mais baratos; serão criados insetos desenvolvidos para propagar enfermidades mortíferas.

Estas são algumas das previsões de um centro de pesquisa do Ministério de Defesa britânico que explora as potenciais ameaças à segurança que poderiam ocorrer em meados deste século.

O relatório 'Tendências Globais Estratégicos' - Global Strategic Trends - Out to 2.045 - citado pelo  'The Guardian', baseia-se na análise das tendências existentes no âmbito de tecnologias, efeitos das mudanças climáticas, urbanização e gestão dos recursos naturais, especialmente água.

De acordo com o relatório, em 2045 a população da Terra poderia alcançar 10.4 bilhões de pessoas, 70% dos quais viverão em áreas urbanas.

Cerca de 3,9 bilhões de pessoas sofreram com a falta de água potável.

É provável que a ameaça terrorista permaneça no Oriente Médio e Norte da África, enquanto a expansão de moedas alternativas poderia facilitar a transferência de fundos entre as jurisdições nacionais por grupos terroristas.

Ao mesmo tempo, a pressão da globalização impedirá que os países atuem de forma individual, o que poderia reduzir o risco de conflitos.

Entre as armas do futuro, estarão os lasers de longo alcance capazes de produzir um raio de energia eletromagnética ou radiação atômica que destruiriam  equipamentos e infra-estruturas, podendo causar danos não letais aos humanos.

"Como o custo do sequenciamento do DNA vai cair, encontrar pessoas pelo seu DNA será possível em 2045", diz o estudo.

O relatório também prevê o desenvolvimento de guerras ambientais, onde as doenças da agricultura e dos humanos serão disseminadas através de novos insetos ou híbridos, mistura de inseto-máquina.

Com o lançamento de um grande número de pequenos satélites, conhecidos como 'CubeSats', as organizações criminosas poderiam contratar uma proporção de carga útil de foguetes espaciais operados por empresas privadas.

"Então, eles poderiam lançar seus próprios satélites de vigilância, ameaçando potencialmente a privacidade das pessoas e/ou empresas", destacou o relatório.

Fonte: RT-TV

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