segunda-feira, 2 de junho de 2014

Troca de casais traz a felicidade?




Para alguns psicólogos, um relacionamento romântico saudável é aquele em que a sua parceira consegue dizer "Eu te amo, mas não preciso de você." Os psicólogos também dizem que a sociedade seria mais feliz se as pessoas trocassem a cada cinco anos sua companheira.

O psicólogo espanhol Rafael Santandreu, autor de "Las gafas de la felicidad", está ciente de que suas declarações soam  "lamentáveis", mas afirma que os seres humanos não são programados para ter uma convivência baseada na monogamia ou vida de casado.

"Funcionou até agora porque o homem controlava a mulher, mas isso não é uma vida de casado de verdade, é a vida de um mestre com uma escrava", diz Santandreu em uma entrevista ao jornal "La Vanguardia".

 "Um relacionamento romântico saudável é aquele em que você pode dizer para sua parceira: ...'Eu te amo, mas não preciso de você'. De qualquer forma, eu acho que entenderemos o amor romântico do futuro como algo passageiro. Em outras palavras:  no futuro  nenhuma  companheira vai pretender estar a vida toda com o outro.  Na realidade, isso é absurdo, casais deveriam trocar a cada cinco anos", disse ele.

Assim, de acordo com o especialista, a vida seria muito mais bem-sucedida e feliz. "Será uma família muito diferente de como nós a entendemos. seremos sociedades matriarcais onde as mães e irmãs formam a casa, e não será uma unidade composta por marido e mulher" considera Santandreu.

O psicólogo também disse que, em uma sociedade, "longe da monogamia, todas as questões de ciúmes ou dependências serão resolvidos." "A principal causa de suicídio no mundo é o desamor.  O desamor não é como perder o trabalho ou ter uma doença grave," acrescentou.

Na opinião do especialista, este novo modelo de vida não só ajudaria a reduzir o número de suicídios no mundo, mas também diminuiria os grandes índices de infelicidade provocado pelo amor possessivo. De acordo com Santandreu, 50% dos parceiros atuais "não aguentam ficar mais de dez anos juntos", e estimou que "apenas um terço dos casais estão satisfeitos com seus relacionamento."

Fonte: RT-TV

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