quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Cem mil portugueses fogem da crise




LONDRES - A maioria dos especialistas em imigração estima que desde o agravamento da crise financeira cerca de 100 mil portugueses têm deixado o país anualmente em busca de trabalho. Há, porém, cálculos mais agressivos. A Obra Católica para Migrações, departamento da Igreja Católica que acompanha o tema, estima 150 mil saídas de portugueses em 2012 e 100 mil em 2011. O nível é comparável ao observado na década de 60, quando mais de 120 mil portugueses deixavam o país por ano.

Comentário - Portugal sempre foi um país de emigrantes e, apesar da quantidade de brasileiros imigrantes no país, Portugal é um grande exportador de mão-de-obra. Seguindo essa tendência, a exportação mão-de-obra já é o segundo item dentro do PIB em importância.

Apesar de sua relação histórica, a diferença entre portugueses e brasileiros é grande e vão desde comportamento até educação escolar, em comum só tem a língua. A situação econômica não é diferente, Portugal foi quase forçado a entrar no mercado comum europeu e agora sofre as consequências da crise globalizada, enquanto o imperialismo fascista brasileiro segue firme e forte.

Agora, a ida de brasileiros para Portugal diminui, enquanto a vinda de portugueses para o Brasil aumenta.

O Brasil é um país cheio de oportunidades, principalmente para quem não tem escrúpulos. Na elite do poder podemos ter um ex-presidente do Banco Central se casando com uma estrangeira, temos primeiro ministro italiano e um ministro do Supremo Tribunal da Justiça alemão, demonstrando como um europeu pode crescer rápido por aqui. No outro lado da balança, temos um exército de mortos de fome que fogem da sexta maior economia do mundo.

Fonte: Estadão

Comentários: By Jânio

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