domingo, 4 de agosto de 2013

Momentos mais próximos da Terceira Guerra Mundial




O governo britânico descartou um rascunho do discurso que a rainha Isabel II  teria que fazer a nação para defender sua liberdade em caso de começar a Terceira Guerra Mundial.

O documento citava os primeiros dias do mês de março de 1.983 como a data de início de uma guerra nuclear entre os países do Pacto de Varsóvia e da OTAN. Em seguida nos recordamos dos momentos mais tensos na história da humanidade que colocaram o mundo a beira de um Terceira Guerra Mundial.

01 - A crise de Suez (1.956-1.957)

Em Julho de 1.956, o Egito anunciou a nacionalização do Canal de Suez. França, Reino Unido e Israel, em resposta, formaram uma aliança militar para manter o controle sobre o canal.

Em novembro do mesmo ano, a Assembleia Geral da ONU exigiu que a aliança parasse com as ações militares e retirasse suas tropas do território egípcio. A União Soviética, por sua vez, ameaçou usar armas modernas de destruição contra Londres e Paris, caso eles não recuassem. Os EUA, com temor de uma guerra global, ameaçaram impor sanções econômicas contra a aliança. Em Dezembro de 1.956, a França e o Reino Unido finalizaram a retirada de suas tropas e, em março de 1.957, Israel voltou ao Egito, na região que haviam ocupado durante a campanha militar.

02 - A crise de Berlim (1.961)

Em 1958, a URSS, mediante um ultimato, exigiu dos aliados a desmilitarização de Berlim Oriental e a retirada de suas forças armadas. Depois de uma série de negociações fracassadas, a URSS retirou o ultimato, mas continuou a chamar a Alemanha Oriental para reforçar o controle de suas fronteiras. A crise culminou em agosto de 1.961, com a construção da parede que dividia a cidade em duas partes, impossibilitando qualquer ligação entre ambos os lados da capital. Porém nenhum dos dois blocos estava disposto a ceder zonas de influências: A URSS e os EUA suspenderam temporariamente a desmobilização e soldados adicionais enviados a Berlim. O confronto continuou até o incidente de Checkpoint Charlie (um dos pontos de passagem do Muro de Berlim), onde os tanques soviéticos e norte-americanos  se enfrentaram  durante a noite, com munição pesada.

Em 28 de outubro, pela manhã, a URSS retirou seus tanques, e os EUA fizeram o mesmo.

03 - A crise dos mísseis (1.962)

Em 1.962, através de seus aviões americanos Lockheed U-2, os EUA descobriram bases de mísseis soviéticos em Cuba, o que provocou a chamada crise dos mísseis cubanos. Washington  exigiu que a URSS impedisse a entrada de novas armas na ilha, e que desmontasse as bases existentes, bloqueando toda a costa cubana. O momento máximo de tensão ocorreu em 27 de outubro de 1.962, quando um dos U-2 americanos foi derrubado em Cuba, enquanto outro U-2 esteve prestes a ser interceptado sobre o território russo da Sibéria.

No mesmo dia um grupo de destroyers americanos cercaram um submarino soviético nas proximidades de Cuba, e um avião lançou mísseis sobre ele. De acordo com o comandante do submarino soviético, ele estava a ponto responder o ataque com torpedos nucleares, mas dois oficiais o convenceram a não fazer isso. finalmente o submarino transmitiu uma mensagem, onde pedia que parassem com as provocações,

Em 28 de outubro, Moscou e Washingtonconcordaram em acabar com a crise.

04 - Star Wars (09 de novembro de 1.979)

Em 09 de novembro de 1.979, os computadores de Norad (Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte) mostraram em suas telas que a URSS tinha começado um ataque nuclear de grande escala. Washington não tentou se comunicar através da linha vermelha com a URSS para esclarecer a situação. De acordo com testemunhas, o pânico foi absoluto e foi emitido um alerta. No entanto, ao verificar os dados dos radares, perceberam que nenhum sistema mostrava lançamentos. Resultou que haviam ativado por engano, um programa que servia para treinar as reações em caso de um ataque nuclear, em um computador que estava  de plantão.

05 - Os anos negros (1.983)

Com o início da campanha militar da URSS no Afeganistão, em dezembro de 1.979, a guerra fria teve um novo impulso. Em 08 de março de 1.983, o então presidente dos EUA, Ronald Reagan, tachou a União Soviética de Império do Mal, e ordenou estabelecer na Europa Ocidental misseis cruzeiros, em resposta aos mísseis soviéticos com ogivas nucleares na Europa Oriental.

Em primeiro de setembro de 1.983, os caças soviéticos derrubaram um avião de passageiros, Boeing 747-200, da companhia aérea sul-coreana, que viajava de Nova Yorqk para Seul, sobre território soviético restrito. O incidente deixou as relações entre URSS e EUA tensas. A administração Reagan respondeu suspendendo  todas as atividades de companhias aéreas  russas dentro dos EUA, e quebrou vários contratos comerciais.

Em 26 de setembro de 1.983, um satélite soviético deu o alarme: cinco mísseis balísticos intercontinentais haviam sido lançados de Malmstrom (Montana, EUA) e em 20 minutos alcançariam a URSS. Apesar de receber o alarme, o oficial encarregado, Stanislav Petrov, por sua própria responsabilidade pessoal, não avisou a ninguém, já que concluiu que cinco mísseis nucleares seriam suficientes para iniciar uma guerra nuclear. Seis meses depois concluiu-se que o falso alarme havia sido provocado pelos raios do sol.

Em fevereiro de 2.013, Petrov foi agraciado com  o prêmio Dresde da Paz.

Entre os dias 02 e 11 de novembro de 1.983, a OTAN realizou exercícios militares na Europa Ocidental. O caráter realista do exercício, juntamente com a deterioração das relações entre os EUA e a URSS, e com a chegada dos mísseis nucleares Pershing II à Europa, levou Moscou a acreditar que eram preparativos secretos para um genuíno primeiro ataque nuclear. Em resposta, os soviéticos prepararam suas forças nucleares e colocaram unidades aéreas da Alemanha Oriental e da Polônia, em alerta.

06 - Ataque Científico (25 de janeiro de 1.995)

Em 25 de janeiro de 1.995, um grupo de cientistas lançou o maior míssil metereológico jamais  visto. Black Brant XII, da ilha norueguesa de Andoya, para observar as auroras boreais. A Noruega havia informado a URSS sobre seus planos de lançamento, mas, como ocorre nesses casos, mencionou apenas a data e não a hora. A trajetória do míssil e suas características físicas, fizeram Moscou acreditar que era um míssil balístico nuclear, lançado de um submarino dos EUA. Como resultado, Moscou colocou suas forças nucleares em alerta. O então presidente, Boris Yelttsin, recorreu a "mala nuclear" da Rússia, dispositivo que armazena códigos para ativar o arsenal atômico. O alerta foi desativado quando os radares mostraram que o míssil havia mudado de trajetória.

Segundo comentam vários historiadores, os militares russos sabiam que não poderia ser um ataque nuclear, mas queria ao presidente a capacidade de mobilização de seus especialista, em caso de haver necessidade.

07 - Terrorismo

Muitos analistas acreditam que a Terceira Guerra Mundial está em andamento desde 11 setembro de 2.001, um guerra mundial contra o terrorismo.

08 - Conflito Israel-Irã

Em junho de 2.008, a mídia israelense, citando várias fontes da inteligência do país, vazaram informações secretas de que o Irã estaria preparando um ataque ao complexo nuclear de Dimona, com 12 mísseis nucleares que tinham à sua disposição. O governo israelense respondeu com retórica bélica, mas absteve-se de ações ofensivas concretas.

Cabe destacar que Teerã insistiu várias vezes que possui mísseis capazes de apagar o estado hebreu da face da Terra. Tel Aviv, por sua vez, anunciou que não irá permitir que o Irã obtenha armas nucleares e que está disposto a empreender um ataque preventivo, mesmo que seja uma operação independente, sem o apoio dos EUA.

De acordo com analista, em caso de conflito militar irromper entre Israel e Irã, não envolveria só os países da região, mas todo o mundo, trazendo consequências catastróficas.

09 - Ares de Guera na península coreana (2.013)

Em 29 de março de 2.013, a Coréia do Norte anunciou que as relações na península coreana haviam entrado em estado de guerra, e que os problemas com a Coréia do Sul seriam resolvidas segundo as normas de guerra. Apesar das várias tentativas de negociações e reação drástica por parte da comunidade internacional, PyongYang não recuou em sua retórica belicosa.

Fonte: RT-TV

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