segunda-feira, 25 de março de 2013

Morte branca




Uma frase tradicional russa afirma que o sal é "a morte branca". Como acontece com frequência com esses ditados populares, a realidade não difere muito desta afirmação e milhões de mortes anuais poderiam ter sido causadas por consumo excessivo.

Uma série de estudos apresentados pela associação cardíaca dos Estados Unidos assegura que em 2.010, 2,3 milhões de mortes de pessoas com problemas cardiovasculares, estavam relacionadas ao consumo de sal.

Outro estudo relaciona o consumo excessivo de sal com 15% de todas as mortes do mundo a cada ano, enquanto  que cerca de 75% dos lanches embalados e alimentos comerciais contém altos níveis de sódio.

448 cientistas de 303 instituições  em 50 países, realizaram um estudo abrangente sobre o consumo de sódio, classificando por sexo, idade e região, relacionado aos anos de 1.990 e 2.010.

A pesquisa permitiu determinar como uma quantidade excessiva de sódio, consumida pelas pessoas, aumenta o risco de doenças cardiovasculares, comparando o estado de saúde de pessoas que ingerem menos de 1.000 miligramas  de sódio por dia, com aqueles que consomem mais.

Segundo os resultados da pesquisa, quase um milhão de mortes nos EUA são causadas por excesso de sal, 40% do total tinham menos de 69 anos de idade e 60% dos mortos eram homens. Os ataques cardíacos causaram 42% das mortes, enquanto derrames cerebrais causaram a morte de 41% das vítimas devido consumo exagerado de sal.

Entre os 30 maiores países do mundo, Ucrânia tem a maior taxa de morte por consumo excessivo de sódio, com 2.109 mortes por cada um milhão de adultos. A Rússia vem logo atrás, com 1.803, e Egito aparece com 836 mortos.  Os Estados Unidos ocupam o 19º lugar com 429 mortes por cada um milhão de pessoas.

Os países com as taxas mais baixas de mortes relacionadas ao consumo de sal são: Qatar, com apenas 73 por cada um milhão de pessoas; Quênia, com 78 e os Emirados Árabes Unidos, com 134.

Fonte: RT-TV

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